Olá a todos

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17 de março de 2010

CARTA ABERTA AO Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar

Assunto: Quebra de Protocolo

Sente-se a Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar, na obrigação de esclarecer, definitivamente, as não verdades ultimamente prestadas pelo Sr. Presidente da Câmara, nomeadamente na última Assembleia Municipal e transcritas pelos Jornais locais, Mensagens Aguiarenses, n. 593 de 23 de Fevereiro de 2010, páginas 4 e 5, e PQ, nº 5 de 26 de Fevereiro, página 5.

Assim, o Sr. Presidente da Câmara ao afirmar publicamente que esta Associação “não cumpriu o protocolo estabelecido”, dizendo que a Associação “apresentou três justificações todas díspares” (e quantas vezes não foi cumprido pela Câmara Municipal?, diríamos nós), afirmações estas, absolutamente infundadas e falsas, manchou o bom nome da Associação Humanitária e de todos aqueles que, de um modo abnegado e voluntarioso, trabalham em prol dos Aguiarenses, sem qualquer remuneração ou interesse, nomeadamente os elementos dos Corpos Directivos, do Comando, assim como o de todos os Voluntários,
Face à situação, em reunião de Direcção e Comando, foi decidido prestar os seguintes esclarecimentos:
a) Não é nossa intenção (membros da direcção) incentivar ou alimentar quezílias institucionais, atritos políticos ou birras pessoais;
b) Regemo-nos tão só pela dedicação integral e desinteressada pelo bem comum desta associação humanitária e dos cidadãos em geral;
c) As referidas declarações, evidenciam a má fé do Sr. Presidente da Câmara, pelo a seguir exposto:
• Foi a Associação que, em tempo útil, após a percepção de que o Município não estava a cumprir com as transferências mensais, conforme protocolado, solicitou esclarecimentos para tal situação;
• Fizemo-lo através de um ofício dirigido ao Sr. Presidente da Câmara em 06 de Janeiro do corrente ano, do qual não obtivemos qualquer resposta;
• Posteriormente dois elementos da Direcção solicitaram uma reunião, na qual lhes foi dito por V. Exª que a Associação tinha rompido o protocolo, pois no período de 20 a 30 de Setembro a Associação não fez os transportes de água solicitados;
• De imediato a Associação através de um ofício emitido em 06 de Fevereiro, esclareceu o Sr. Presidente da Câmara que o auto tanque estava avariado, assim como lhe anexou cópia das facturas da reparação que ascendeu a mais de 3.500,00 €;
Perante esta situação, lamentamos profundamente que tenha sido a Associação Humanitária a solicitar esclarecimentos sobre a razão das não transferências, quando deveria ter sido o Município a tomar a incitativa de nos questionar (não o fez, porque em devido tempo o N/ Comandante esclareceu os Serviços Municipais).
Lamentamos ainda o facto de após termos apresentado a justificação, a mesma não tenha tido resposta por parte do Município e o Sr., Presidente da Câmara continuar a distorcer a verdade dos factos, pela simples razão de querer beliscar publicamente o excelente trabalho realizado por esta Direcção e voluntariado.
Só por má fé ou outros interesses encapotados se compreende a posição de reiterada mentira do Sr. Presidente da Câmara Municipal, aliás conforme já nos habituou, pois afirmou ao Jornal Mensagens Aguiarenses n.º579, de 15 de Setembro de 2009, que já não reunia com a direcção dos bombeiros voluntários há mais de três anos … o que é rotundamente falso uma vez que tínhamos reunido algum tempo antes na Câmara Municipal – que ousadia e desfaçatez desmentir!
Acrescentamos que foi o Sr. Presidente da Câmara quem quebrou o protocolo estabelecido, em não actualizar anualmente o valor do mesmo, de acordo com a inflação.
Face ao exposto, e como não pretendemos nem desejamos, como acima afirmámos, prejudicar os utentes e cidadãos do nosso concelho, e para por um ponto final nesta situação, que em nada abona os intervenientes nem as Instituições em causa, remetemos tão só para a leitura atenta do ofício em tempo devido enviado ao Sr. Presidente da Câmara (06.01.2010) e no qual explicámos e esclarecemos todas as vossas dúvidas.
É óbvio que cada um faz a leitura que bem entende de qualquer documento mas, na verdade, uma análise crítica atenta, rigorosa e imparcial do protocolado, facilmente esclarece que pela nossa parte nunca houve nem poderia haver qualquer tipo de boicote ou má intenção em servir com a máxima dignidade todos os cidadãos deste concelho.
Esta associação responsabilizou-se, conforme se lê ipsis verbis na alínea c) do pto 2 do protocolo assinado, que se transcreve Disponibilizar equipamentos e meios próprios, sem prejuízo do serviço, de modo a assumir uma comparticipação eficaz em situações de Protecção Civil, cuja participação directa compete à Câmara Municipal. Nomeadamente, a cedência de auto-tanques aos serviços camarários, para efectuarem lavagens a arruamentos, transporte de água para abastecimento das populações e outros serviços que eventualmente possam surgir e a Associação tenha capacidade para a sua resolução, o que, como explicado, não foi de todo possível a esta Associação durante um curto período de tempo.

Questionamos:

O PROTOCOLO ENTRE UM MUNICIPIO E UMA ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA RESUME-SE AO FORNECIMENTO DE ÁGUA???
A ABNEGAÇÃO DOS HOMENS E MULHERES QUE PRESTAM SOCORRO NÃO VALE NADA???

SE NÃO HOUVESSE UMA ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA, COM HOMENS E MULHERES QUE LUTAM PELO BEM-ESTAR DO PRÓXIMO, O QUE TERIA ACONTECIDO NOS GRANDES INCÊNDIOS URBANOS E FLORESTAIS E NAS NEVADAS???

DENUNCIA-SE UM PROTOCOLO PELO SIMPLES FACTO DE NÃO TEREM SIDO EFECTUADOS ALGUNS TRANSPORTES DE ÁGUA POR MANIFESTA E PÚBLICA IMPOSSIBILIDADE???

Pela nossa parte, e cientes que o silêncio, por vezes, é a melhor resposta, aguardamos que o ofício anexo esclareça os cidadãos e que o bom senso seja apanágio de todos os que servem e devem servir com humildade a comunidade que ambas as instituições representam.
Com os melhores cumprimentos,
Vila Pouca de Aguiar, 25 de Fevereiro de 2010

A Direcção
José Eduardo Quinteiro, Eng.
Alfredo Augusto B. Felícia, Dr.
Adriano Fernandes, Prof. Doutor
Carlos Pinto
Marcos Cunha, Dr.
Joaquim Moreia, Dr.
Avelino Gomes

O Comando
António Sarmento

16 de março de 2010

Carrinha despista-se na EN206


Carrinha de caixa aberta capotou lateralmente na Estrada Nacional 206, quinta-feira, 11 de Março.
O acidente aconteceu na EN206, que liga Vila Pouca de Aguiar a Valpaços, numa curva da Serra do Sandonho. O veículo, uma carrinha de caixa aberta, com dois passageiros, que se dirigiam para a Lagoa, seguiu para a berma, acabando por capotar. Ambas as vítimas, saíram pelo próprio pé da viatura e, posteriormente, os populares colocaram o automóvel na posição natural.

Os Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar foram accionados, quando passavam alguns minutos das 11 horas da manhã para um veículo capotado, com uma vítima encarcerada, pelo CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes).
O condutor apresentava apenas escoriações na mão esquerda e não quis ser transportado à unidade hospitalar. O passageiro, uma senhora de 83 anos, foi encaminhado para o Hospital de Vila Real, igualmente com ferimentos ligeiros.
No local estiveram 9 bombeiros, acompanhados de duas ambulâncias e um veículo desencarceramento e ainda uma patrulha da GNR de Vila Pouca de Aguiar.

Catarina Machado

Fonte:www.pq-jornal.com

12 de março de 2010

Guerra Aberta

BV Vila Pouca de Aguiar Em Guerra Aberta Com a Autarquia

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar deixou de pagar o apoio mensal que dava aos Bombeiros, no âmbito de um protocolo. O presidente da corporação, e ex-candidato à Câmara, diz que é retaliação política. O executivo camarário não presta declarações sobre a polémica, mas o Semanário TRANSMONTANO sabe que alegará que foi a corporação que quebrou o protocolo.

Desde o mês de Setembro do ano passado que os Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar não recebem os cerca de 5.500 euros mensais que a Câmara Municipal lhes pagava no âmbito de um protocolo de 1993. Em troca da quantia, além de acções no âmbito da protecção civil e da prestação de socorro às populações, os bombeiros cediam também à autarquia um pavilhão desportivo.

No entanto, há cerca de seis meses que a Câmara não transfere o valor em causa. E nem o voltará a fazer, uma vez que o protocolo já foi denunciado em reunião de Câmara. O presidente dos Bombeiros, José Quinteiro, não se conforma, e garante que se trata de “retaliação política”, por ter sido candidato pelo PS nas últimas autárquicas. No entanto, o Semanário TRANSMONTANO sabe que a autarquia alegará que foram os Bombeiros a quebrar o protocolo, ao terem deixado de abastecer água a algumas populações quinze dias antes das eleições.

“Só deixamos de abastecer, de 20 a 30 de Setembro, porque tínhamos o carro avariado. A Câmara entendeu que era retaliação política, boicote, mas não foi nada disso”, garante Quinteiro, revelando que até chegou a mandar para a Câmara as facturas da reparação do veículo, para provar que o carro esteve mesmo avariado e que o facto nada teve a ver com questões políticas.

No entanto, o documento parece não ter convencido o executivo, que continuou a não transferir a verba. Entretanto, Câmara e Bombeiros já reuniram, mas não houve consenso. “Eles queriam que apresentássemos um projecto onde disséssemos o que poderíamos fazer pela protecção civil no concelho, mas eu entendi isso como uma ingerência da parte deles”, disse José Quinteiro, que está na direcção dos Bombeiros há sete anos. A próxima direcção será eleita em Janeiro próximo.

“Eu só quero ver se um dia há um incêndio e não há dinheiro para gasóleo!”, alerta o dirigente da corporação, lembrando que agora terá que fazer uma gestão apertada do “pé de meia” conseguido nestes anos. O executivo não quis comentar a polémica, segundo disse, ao Semanário TRANSMONTANO, fonte do gabinete de comunicação da autarquia.

Fonte: Semanário Transmontano

8 de março de 2010

"SEJAMOS UNIDOS - Assim ninguém nos derrotará"



Porque tantos conflitos se lutamos todos pelo mesmo?
Vejam e Reflictam se realmente vale a pena...
Se no limite fazemos ainda mais pelos nossos camaradas...

Bombeiros sem apoio da Câmara

Bombeiros sem apoio da Câmara

Polémica está instalada

Ontem

MARGARIDA LUZIO

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar deixou de pagar o apoio mensal que dava aos Bombeiros. O presidente da corporação, e ex-candidato à Câmara, diz que é retaliação política. A autarquia acusa a corporação de quebra de protocolo.

Desde o mês de Setembro do ano passado que os Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar não recebem os cerca de 5500 euros mensais que a Câmara Municipal lhes pagava, no âmbito de um protocolo de 1993.

Em troca da quantia, além de acções no âmbito da protecção civil e da prestação de socorro às populações, os bombeiros cediam também à autarquia um pavilhão desportivo.

No entanto, há cerca de seis meses que a Câmara Municipal não transfere o valor em causa. E nem o voltará a fazer, uma vez que o protocolo já foi denunciado em reunião de Câmara.

O presidente dos Bombeiros, José Quinteiro, não se conforma, e garante que se trata de "retaliação política", por ter sido candidato pelo PS nas últimas autárquicas. No entanto, o JN sabe que a autarquia alegará que foram os Bombeiros a quebrar o protocolo, ao terem deixado de abastecer de água algumas populações, quinze dias antes das eleições.

Carro avariado

"Só deixamos de abastecer, entre 20 a 30 de Setembro, porque tínhamos o carro avariado. A Câmara entendeu que era retaliação política, boicote, mas não foi nada disso", garante Quinteiro, revelando que até chegou a mandar para a Câmara as facturas da reparação do veículo, para provar que o carro esteve mesmo avariado e que o facto nada teve a ver com questões políticas.

No entanto, o documento parece não ter convencido o executivo, que continuou a não transferir a verba. Entretanto, Câmara e Bombeiros já reuniram, mas não houve consenso.

"Eles queriam que apresentássemos um projecto onde disséssemos o que poderíamos fazer pela protecção civil no concelho, mas eu entendi isso como uma ingerência da parte deles", disse, ao JN, José Quinteiro, que está na direcção dos bombeiros há sete anos.

A próxima direcção da corporação será eleita em Janeiro próximo.

"Eu só quero ver se um dia há um incêndio e não dinheiro para gasóleo!", alerta o dirigente da corporação, lembrando que agora terá que fazer uma gestão apertada do "pé de meia" conseguiu nestes anos.

Apesar das várias tentativas, o JN não conseguiu ouvir sobre o assunto, nem o presidente da Câmara nem o vereador responsável da área.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Vila%20Pouca%20de%20Aguiar&Option=Interior&content_id=1512876

7 de março de 2010

Carrinha de Valores capotou em Vila Pouca de Aguiar

Carrinha de Valores da Prosegur caí cerca de 5m, capotando após despiste numa curva na descida do Campo da Feira, em Vila Pouca de Aguiar, Sexta-feira, 5 de Março. Provocando um ferido ligeiro.


O acidente aconteceu faltavam cerca de 20 minutos para as 5 da tarde. O resultado de uma travagem na curva em ferradura da descida, com o piso molhado, no lugar da Brangada provocou o despiste da carrinha que ainda ficou suspensa no patamar superior do lugar da Feira, mas que acabou por capotar totalmente para o patamar inferior, caindo cerca de 5m, onde está colocado um contentor para depositar "Monstros".
Devido ao corte de circulação da estrada nacional 212, que liga Vila Pouca de Aguiar a Campo de Jales, por possível ocorrência de aluimento de terras, todo o trânsito, desde veículos ligeiros, camiões e transportes escolares, está a ser desviado pela descida em paralelo do lugar da Brangada.
Do acidente apenas resultou um ferido ligeiro que foi encaminhado para o Hospital de Vila Real.
No local estiveram presentes 3 bombeiros, uma viatura dos Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar e a patrulha da GNR de Vila Pouca de Aguiar.

3 de março de 2010

"Filho Não Vás Para os Bombeiros"



E assim vai o nosso sistema de protecção civil...

Vocês não compreendem o que se passou em Lisboa no dia da Protecção Civil...

Condecorações são só para quem necessita delas no currículo para justificar as nomeações.

O bombeiro burro e ignorante que fique caladinho que não esta nas suas atribuições pensar.

Quando chegar a sua hora vai para o desemprego como os outros todos...

Uma eventual definição de bombeiro: Burro ignorante que abandona a família para gratuitamente ou pelo valor do ordenado mínimo resolver todo o tipo de situações desde postes da EDP caídos, ralos entupidos, mulheres com o período, carregar doentes para o hospital para os familiares irem as compras, servir de barriga de aluguer do SNS e claro ser tratado abaixo de cão...

Fazemos o trabalho de carregadores de doentes, cantoneiros de limpeza, psicólogos, fantoches decorativos, entre outras inúmeras situações, sem que nos seja dada formação, porque essa foi para a GNR e outras entidades...

Bombeiros de Portugal os únicos a terem de obrigatoriamente terem de cumprir um limite mínimo de horas sem que lhes seja dada qualquer formação...

Fiscalizam as horas religiosamente, não fiscalizam é as faltas de formação, de equipamento, de carácter...

Mas sai mais barato e bonito dar uma medalha a um que já morreu, sempre é um pretexto para mais algum destaque...

Bem dizia a minha mãe, filho não vás para os bombeiros...

Autor: Compax in http://bombeirosparasempre.blogspot.com


Por muito que nos custe admitir, isto é o que realmente se passa no nosso país. Os Bombeiros Voluntários estão a ser descredibilizados perante outras entidades, mas quando algo acontece, são em grande parte os Bombeiros Voluntários que dão a cara e o seu esforço.

19 de fevereiro de 2010

Trabalhador fica com membro inferior amputado

Um operário de 37 anos, de Penafiel, ficou com o pé direito amputado, após o despiste da carrinha na qual viajava com mais seis trabalhadores, na A24 (KM 43,3), junto à saída da A7 em direcção a Chaves, pelas 07h35 de ontem, quando se dirigiam para a cidade flaviense para proceder à remodelação do supermercado Pingo Doce. Três outros trabalhadores ficaram feridos ligeiramente.
No local estiveram 17 bombeiros da corporação aguiarense apoiados com duas ambulâncias, um Veículo de Comando Táctico (VCOT), um Veículo de Socorro e Assistência Especial (VSAE), um Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios (VLCI). Estiveram também no local do acidente a Viatura de Emergência e Reanimação (VMER) de Chaves, uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Cabeceiras de Basto e uma viatura da unidade de trânsito da GNR de Vila Real.
Os feridos foram encaminhados para o hospital de Chaves.

17 de fevereiro de 2010

Antigamente Usava-se Correntes... Agora Temos os Bombeiros e a GNR!

Visitando um conhecido blog sobre Bombeiros deparei-me com o seguinte artigo, e o qual assenta que nem uma luva à nossa corporação!

"Não há muito tempo o uso de correntes nos pneus era frequente para quem circulava em zonas onde nevava. Na Serra da Estrela no Inverno quando nevava era obrigatório o uso de correntes, mas toda a gente que circulava em certas zonas estava munido de tais equipamento para alguma eventual necessidade.

Em certas zonas do país os agentes de autoridade multavam os condutores que não estivessem munidos desses equipamentos, era frequente a existência de comércio junto a certas estradas onde se vendiam correntes para os pneus, somente assim se podia avançar.

Agora caiu em desuso o uso de correntes, temos a protecção civil eufórica a dar notícias de encerramento de estradas, como se algo de anormal existisse, temos Bombeiros e GNR a andar a rebocar carros sem aderência como fosse elementos de assistência automóvel, em vez de se dedicarem asa suas funções.

Será que nos outros países onde a existência de neve e gelo é superior que em Portugal, existe tanta descoordenação das entidades competentes e falta de civismo dos condutores?"

Autor: Fénix in http://bombeirosparasempre.blogspot.com


Acham que o nosso trabalho é rebocar as viaturas sem aderência? Ou apenas auxiliar as pessoas que necessitam de um transporte urgente, ou necessitam de cuidados médicos.
Aqui fica uma chamada de atenção para pensarmos sobre quais são as actividades a que devemos dar prioridade...

8 de fevereiro de 2010

Aviso

Avisa-se todos os visitantes e utilizadores deste blogue que a partir de hoje os comentários passarão por uma revisão prévia. Não serão aceites comentários anónimos e publicações que firam a susceptibilidade e a moralidade individual de cada um.
Isto não é um blogue cor-de-rosa ou um tablóide inglês.
Apelando à compreensão de todos a administração continua a apelar à participação daqueles que a queiram fazer de forma pública e devidamente assinada.
Com os melhores cumprimentos
A administração.

Viaturas e Condução Todo-o-Terreno


Nas actividades dos Bombeiros, as características das viaturas e dos motoristas são fundamentais para que se tire o máximo proveito do material com toda a segurança.
Incêndios Florestais, em Trás-os-Montes, temos uma orografia (relevo) bastante acidentada, com acessos difíceis, o que complica o trabalho dos motoristas e das viaturas.
Neste artigo vou tentar desmistificar que “colocar as viaturas em locais difíceis, é estragar material” muitas vezes ouvimos isso, e agora eu pergunto. Será que por tentarmos tirar todo o partido das viaturas, mesmo que as vezes pareça demasiado, é estragar? Eu defendo que não, as viaturas não se danificam por andarem em situações perto do limite, mas sim por muitas vezes serem mal utilizadas . Grande parte das vezes essa má utilização vem de quem pensa que mais entende do assunto, mas na realidade não passa de um “maçarico”.
Para a condução todo o terreno é necessário ter algumas considerações em especial, visto que não estamos a conduzir numa via com uma superfície regular. Para que possamos fazer uma boa condução todo-o-terreno temos de adequar a velocidade aos obstáculos, tentar colocar as rodas o mais elevadas possível, de modo a que nada nos prenda por baixo, utilizar convenientemente a caixa de velocidades e a embraiagem, etc...
Concluíndo, nem sempre explorar os limites das viaturas implica danificar, desde que se saiba o que se faz. Muitas vezes esse pequeno explorar ajuda e muito no combate às chamas, por isso volto a realçar, explorar a viatura na sua totalidade e submetê-la a esforços desde que controlados não danificam...

7 de fevereiro de 2010

BOMBEIROS SEM SEGURO

No seguimento de posts anteriores, publicamos este vídeo. Uma notícia de hoje (07.02.2010) divulgada no Jornal da Noite da SIC. Paulo Pepe, Bombeiro Voluntário de Merceana fracturou duas costelas e um braço e teve TCE com perda de consciência quando ajudava a população nas intempéries que se registaram na zona Oeste do nosso País. Quando accionou o seguro qual foi o seu espanto quando viu que teria de adiantar do seu próprio bolso o dinheiro (não estamos a falar dos normais 3 euros e qualquer coisa das taxas moderadoras dos Centros de Saúde) para a operação e para posterior fisioterapia. Paulo recebeu uma medalha de ouro pelos serviços prestados no seu corpo de bombeiros durante 20 anos, mas são os amigos que o têm ajudado nesta difícil e complicada fase. A minha questão de hoje é: Terei de pagar para ser bombeiro voluntário?

VFCI 02 - MAN 8150 FAE

























































VFCI 02 - MAN 8150 FAE

Motor: Cilindrada = 6800cm3

Potência = 150cv

Tracção 4x4 com bloqueio ao eixo traseiro

Cabine dupla com 7 Lugares

Tanque de Água com 1800l de Capacidade

Bomba Hale de média pressão acoplada

Motobomba Honda 5.5

Diverso material sapador

6 de fevereiro de 2010

VRCI 01 – Mercedes 1217AK



















VRCI 01 – Mercedes 1217AK

Motor: Cilindrada = 6200cm3

Potência = 170cv

Tracção 4x4 com bloqueio à caixa de transferências

Cabine Dupla com 7 Lugares

Tanque de Água com 4000l de Capacidade

Bomba de Água de Média pressão.

Diverso Material Sapador



3 de fevereiro de 2010

VTTU 01 – Volvo N1017
















Características:

VTTU 01 – Volvo N1017

Motor: Cilindrada = 10000cm3

Potência = 300cv

Tracção 6x4 com bloqueio aos eixos traseiros

Cabine Dupla com 7 Lugares

Tanque de Água com 12000l de Capacidade

Bomba de Água de Baixa pressão.

Material Sapador