Olá a todos
4 de outubro de 2010
Finalmente Aberto Concurso Público
Liberdade de Expressão
1.º Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2.º O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura
28 de setembro de 2010
TAT: Novas Regras
27 de setembro de 2010
Os nossos sentidos pêsames

23 de setembro de 2010
PSP Autuou Ambulâncias Fora da Lei
Fonte daquele comando informou que, durante o período de fiscalização, foram levantados sete autos por infracção à legislação em vigor.
Dos sete autos levantados cinco foram por falta de licença e dois por não cumprimento da legislação a nível do transporte de doentes. Embora as corporações de bombeiros garantam que 85 por cento das acções de socorro que realizam seguem as linhas orientadoras da lei, a Associação Portuguesa de Médicos de Emergência revelou que, no nosso país, 90 por cento das ambulâncias de transporte e socorro de bombeiros estão ilegais.
A lei determina que as ambulâncias devem ser tripuladas por um motorista e um técnico de ambulâncias de emergência, o que nem sempre acontece. Os resultados de um levantamento efectuado em Junho último pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e divulgados pelo Diário de Notícias, concluiu que a esmagadora maioria das ambulâncias que circulam em Portugal não foram inspeccionadas como determina a lei, encontrando-se por isso em situação ilegal.
A mesma informação acrescenta que a nível das ambulâncias medicalizadas “o panorama é igualmente desolador: apenas seis veículos, em todo o país, cumprem os requisitos. Destas ambulâncias - com equipamento e tripulação que permite a aplicação de suporte avançado de vida e destinadas à estabilização e transporte de um doente - apenas as existentes em Pombal, Famalicão, Vale de Cambra e Caldas das Taipas podem circular sem problemas”.
De acordo ainda com as mesmas conclusões, apenas 400 ambulâncias de transporte e socorro dos bombeiros se encontravam legais no período analisado.
“Nos corpos de voluntários, a grande maioria não cumpre sequer os requisitos mínimos. E nas corporações municipais apenas as de Sardoal e Abrantes estão de acordo com as especificações”. A Portaria 439/93, que legisla o Regulamento de Transporte de Doentes, obriga as ambulâncias a submeterem-se a inspecções periódicas.
Fonte: Correio do Minho
Colisão frontal provoca um morto, um ferido ligeiro, e trânsito cortado na EN2

Armindo Jesus, de 80 anos, residente em Selhariz - Chaves, foi a vítima mortal do acidente, que envolveu duas viaturas Natural e residente na freguesia de Selhariz Concelho de Chaves, Armindo Jesus, fazia-se transportar num Fiat Uno, ainda saiu com vida do acidente mas, não resistiu às lesões e veio a falecer quando era transportado pelos Bombeiros de Vidago para o Hospital de Chaves enquanto que, Maria Noémia Gomes de Sousa, de 66 anos, residente em Pedras Salgadas que sofreu ferimentos ligeiros, conduzia um Renalt Clio.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntário de Vidago, a viatura que transportava a vítima mortal, circularia no sentido Vidago - Pedras Salgadas, enquanto o outro veículo se dirigia em sentido contrário. O embate foi particularmente violento e um dos condutores teve mesmo de ser retirados com recurso a material de desencarceramento.
Não foram ainda apuradas as causas que originou este acidente, que poderá ter tido origem num descuido ou avaria mecânica. De resto, a colisão verificou-se numa curva, onde, de acordo com os bombeiros se têm registado poucos acidentes.O embate obrigou ao corte total do trânsito neste troço da EN 2 aproximadamente durante uma hora e trinta minutos, no sentido de garantir o resgate e socorro das vítimas e posterior limpeza do pavimento.No local compareceram os Bombeiros de Vidago com um total de 14 elementos e quatro viaturas. Estiveram igualmente presentes a VMER do Hospital de Chaves e efectivos da GNR do Destacamento de Trânsito de Chaves.
20 de setembro de 2010
Serviço Operacional
Relativamente a este assunto, que tem suscitado algumas questões pertinentes no seio do corpo de bombeiros, tenho a dizer o seguinte:
1º. É preciso que saibam distinguir bombeiros voluntários de bombeiros profissionais;
O art. 7.º do Decreto-Lei 247/2007, de 27 de Junho, distingue os bombeiros, em termos de vínculo, em profissionais e voluntários.
. Profissionais são aqueles que são remunerados pela sua actividade, podendo exercer funções enquanto voluntários(Salvo algumas excepções).
. Voluntários são aqueles que exercem a sua função com um carácter exclusivamente voluntário.
2º. Saber a quem é aplicado o regime efectivo de horas operacionais
Ver artigo 1.º, Portaria 571/2008, de 3 de Julho que regulamenta o Serviço Operacional que se aplica aos bombeiros voluntários.
Assim em jeito de conclusão, todo o serviço efectuado em carácter voluntário deve ser registado, no RNBP como serviço operacional. Simmmm, inclusivamente ECIN’s.
16 de setembro de 2010
16 de agosto de 2010
Varios Tipos de Falência
Deixo apenas umas notas soltas:
1) Falência da prevenção
A prevenção não produz resultados em 5 anos. É verdade, sim, que o investimento parece estar mais virado para o combate do que para a prevenção. Porém: o Estado não tem uma autoridade capaz de implementar a prevenção, e o que fez até aqui foi incipiente;
2) Falência no voluntariado
Neste como noutros cenários, não podemos estar reféns de um modelo assente em voluntariado. A resposta precisa ser profissional e imediata, não podemos ter uma resposta ao socorro que depende do "se", do "mas" e do "também". Não podem tocar sirenes e ficarmos à espera que cheguem bombeiros. Não podem haver distritos/municípios que não conseguem ter bombeiros suficientes. É preciso existir uma força única, profissionalizada, especializada. Obviamente, não chegam os mais de 1000 homens da FEB+GIPS em conjunto. Teriam de ser mais.
3) Falência no comando
Relaciona-se bastante com o ponto anterior. Sem forças profissionais, o comando encontra limites ao que pode e não pode exigir, ao que pode e não pode comandar. Mais, o comando não pode estar refém do poder político, não pode permitir que os políticos se imiscuam na gestão operacional. Se dizem que há promiscuidade entre o futebol e a política, também a existe entre a protecção/socorro e a política, e com consequências bem mais graves.
4) Falência na gestão de áreas protegidas
Não pode querer proteger-se tudo e fazê-lo de uma tal forma que as populações acabam por se revoltar e fazer elas próprias o fogo com intenção de destruir. E não pode querer ter-se uma área protegida e depois não ter sequer o cuidado de dotar essa área de infraestruturas de apoio ao combate.
5) Falência na punição
Não se pode querer ter sucesso quando quase 100% dos incêndios são de origem humana mas depois as coimas ou não se aplicam ou aplicam debilmente. Os prevaricadores precisam sentir o longo e pesado braço da lei, caso contrário as forças de fiscalização tombam perante o descrédito e a população, por mais fiscalização que se lhes faça, sentir-se-á sempre impune.
Autor: Pedro
Fonte:bombeirosparasempre.blogspot.com
3 de agosto de 2010
Chega!
Será que os pneus dos carros dos Bombeiros não perdem caracteristicas depois de dias e dias no mato?
Será que os pneus dos carros dos Bombeiros andam carecas?
Será que os carros dos Bombeiros reunem as condições de segurança necessárias para que não haja desgraças deste tipo?
Será que a ANPC não tem a obrigação de aquando das pseudo-inspeções que faz aos CB´s onde estão ECIN´s verificar o estado dos carros que os Bombeiros usam no dispositivo?
Sabemos que aquando das festas pomposas das apresentações do DECIF que os Bombeiros levam os seus melhores carros e as suas melhores fardas, mas será este o papel real?
Todos sabemos que nenquanto uma Liga dos Bombeiros Portugueses continuar a dar respostas politicamente correctas e enquanto os Srºs da ANPC continuam a pavonear-se em Jeeps topo de gama, os Bombeiros, continuam a morrer sem sentido em acidentes rodoviários e a colocar em risco a sua vida ao deslocarem-se para os incêndios florestais em veiculos dos Bombeiros cuja segurança está bem aquem do esperado...
Lamento a ignorancia dos orgãos de comunicação social que não sabem nem questionam quem de direito sobre as verdadeiras condições em que os Bombeiros fazem serviço...
Lamento a falta de ética dos responsáveis da ANPC com a difusão de comunicados carregados de sinismo e hipocrisia...
Lamento a falta de postura e a arrogância mais que denunciada do governo Sócrates para com os Bombeiros...
Lamento que todos os anos, tenhamos que falar em luto nas nossas fileiras, quando os vários milhões gastos à toa, deveriam ser gastos com os Bombeiros Portugueses só pelo esforço que fazem todos os verões e este verão está mais que à vista...
Lamento que sejamos Bombeiros conformistas!
Já agora, escusam de enviar sms para o meu telemovel com mensagens demasiado fundamentalistas... “vamos, mas não sabemos se voltamos...”?
Vamos! E depois de termos feito o nosso dever, temos mais que a obrigação de voltarmos para junto dos nossos colegas Bombeiros e mais importante que tudo, voltarmos para junto das nossas famílias!
Para terminar, quantos mais bombeiros vão ter que morrer em troco de nada? Quantos mais bombeiros vão ter de perder a vida com situações de problemas mecanicos?
Chega de arriscarmos tanto...
FONTE: BPS
1 de agosto de 2010
Viatura dos Bombeiros Despista-se na A1
Acabou de ocorrer mais um acidente com uma viatura dos bombeiros.
Desta vez na Auto Estrada n.º 1, ao Km 210, no sentido Norte-Sul.
Neste preciso momento existe uma vitima em Paragem Cardio-Respiratória e cinco em estado grave.
A caminho do local encontram-se dois VSAT´s, um heli do INEM, VMER´s dos Hospitais da Universidade de Coimbra e de Aveiro, e varias ambulâncias.
Aguardam-se mais dados a qualquer momento.
Actulização ás 16H36
A viatura acidentada pertence aos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo (Lisboa).
Não há vitmas em PCR, no entanto todas (6 vitimas) tem neste momento TCE (Traumatismos Craneo Encefalicos) graves.
Actualização ás 16H50
Lamentavel, mais uma vez, que esta situação não conste na "pagina unica a nivel mundial" de informações da ANPC.
Actualização ás 16H54
No local, entre os colegas, encontram-se 2 TVM, 1 TCE, !PCR, 1 Traumatismo Toraxico,e 1 mais ligeiro.
Pedida mais uma VMER para o local. VMER da Feira a caminho.
Actualização ás 17H06
Infelizmente, um colega nosso acaba de falecer no local.
Existe um outro em Paragem Cardio-Respiratoria.
Actualização ás 17H15
Confirma-se. Veiculo acidentado trata-se de um VECI (Veiculo Especial de Combate a Incêndios) dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo.
Actualização ás 17H18
Existe neste momento uma vitima mortal daquele Corpo de Bombeiros
Actualização ás 17H31
Duas vitimas neste momento a serem transportadas para os Hospitais de Coimbra (Hospitais da Universidade Coimbra e Centro Hospitalar dos Covões)
Actualização ás 17H50
Heli da ANPC de Santa Comba Dão a caminho do local.
Fonte:BPS
29 de julho de 2010
É Oficial. Comandante de Cantanhede Demite-se.
Comandante, segundo comandante e comandante adjunto demitiram-se do corpo de bombeiros de Cantanhede. Cerca de 60 bombeiros estão “indisponíveis”.
A crise está instalada no corpo de bombeiros de Cantanhede. Tal como o Diário de Coimbra noticiou em primeira-mão, o comando completo, liderado pelo major Mário Vieira, pediu a demissão em bloco, e a direcção da Associação Humanitária, liderada por Idalécio Oliveira foi praticamente obrigada a aceitar as demissões.
Na sequência da tomada de posição de Mário Vieira, Marco Sousa (segundo comandante) e Nuno Carvalho (comandante adjunto), cerca de 60 elementos da corporação entregaram os capacetes em sinal de solidariedade com o comando e indisponibilizaram-se para o serviço, o que significa que – se estes elementos levaram “a peito” a ameaça –, a corporação fica reduzida a cerca de metade dos seus activos, o que é considerado uma tragédia para a segurança de pessoas e bens de todo o concelho de Cantanhede.
Também na sequência da demissão do comando, Mário Vieira escreveu uma carta dirigida aos cidadãos do concelho a explicar as razões que o levaram a exercer esse direito. Razões que, afirma, «são por demais conhecidas», mas nunca é demais repeti-las. Tal como o nosso Jornal noticiou no passado dia 16 deste mês, o agora ex-comandante insurge-se contra a «interferência no comandamento do corpo de bombeiros» onde o presidente da direcção «de forma continuada tem limitado o exercício do comando».
Na carta redigida por Mário Vieira que o DC teve acesso, são descritas várias acusações à direcção da Associação Humanitária, que acabaram por despoletar esta grave situação, numa altura em que o país está em alerta permanente devido aos riscos de incêndios.
O ex-comandante acusa a direcção «do não cumprimento do que tinha protocolado comigo» numa reunião de Agosto do ano passado, onde tinha ficado bem explícito de que tomaria o cargo de comandante, «desde que os funcionários e bombeiros ficassem na alçada do comando, a fim de evitar duplicações de ordens», mas também de, após a sua tomada de posse, a direcção ter nomeado dois coordenadores «para executarem o serviço do comandante, com as respectivas competências, sem que o comandante tivesse expressado a sua opinião sobre o assunto».
As queixas são mais que muitas e Mário Vieira também invoca «a continua violação de correspondência do comandante, como se fosse subalterno do senhor presidente», bem como a utilização dos directores «para estarem à frente de todas as áreas da competência do comandante».
Fonte: DC
28 de julho de 2010
Vamos Mudar de Atitude
Num País livre, a liberdade de expressão é algo precioso. Todavia, o tipo de comentários que se têm vindo a notar ultimamente, levam-me a afirmar que há pessoas que ainda não descobriram a força da palavra, força essa por vezes destruidora.
Numa altura em que milhares de bombeiros se dedicam ao combate abnegado ao fenómeno destruidor que dá pelo nome de Fogo, ainda temos gente que teima em distrair as atenções para questões "poucoxinhas" e, pior que tudo, apostadas em os deitar abaixo seja de que forma seja.
Dê-se pois atenção aquilo que é importante. Apoie-se os nossos operacionais, não interessa a sua origem. Não há pior falta de respeito que tentar subir na consideração pública subindo às cavalitas dos outros. Sejam voluntários, profissionais, canarinhos ou GNR´s, neste momento TODOS devem combater este flagelo. O nosso povo precisa!
Depois, quando acabar esta "guerra", "limpem-se as armas" e apontem-se as baterias a quem é o principal responsável do actual estado das coisas (ANPC, MAI, LBP, CM... e quem mais). Por agora, respeito aos bombeiros, que mesmo com lacunas, fardas de má qualidade, viaturas a necessitar substituição urgente, não negam esforços e sacrificios, sejam por quem fôr. Portugal depende de vocês! Mostrem pois que estão muito acima daqueles que tantos mal lhes desejam, e provem que são verdadeiros Bombeiros de Portugal.
Ex-Comandante no Quadro de Honra
16 de julho de 2010
Para uma floresta mais protegida
Gil Martins, comandante operacional nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil, no N.º 27 da revista PROCIV, explica que “nos últimos quatro anos, a média da área ardida foi de 52 mil hectares e não houve áreas ardidas anuais superiores a 100 mil hectares, um resultado alcançado pela primeira vez, em quatro anos consecutivos, nos últimos 25 anos”.
Mas o ano de 2010 “é novamente um grande desafio para o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais - DECIF e para todos os operacionais e agentes de protecção civil, porque Portugal sem fogos continuará a depender de todos”.
O comandante lembra que “com as actuais condições climáticas, a grande quantidade de combustível provocado por um Inverno rigoroso e muitas vezes o uso indevido do fogo pelos cidadãos, leva a que a ocorrência periódica de incêndios florestais violentos seja um fenómeno facilitado.
Anos como os de 2003, 2004 ou 2005 podem estar ao virar da esquina”. Sublinha ainda que, perante um dispositivo bem preparado para responder às diversas ocorrências não se pode cometer o erro de pensar que o problema dos incêndios está resolvido. “Os objectivos devem continuar a centrar-se no investimento no planeamento, na previsão do risco e do perigo, na análise e avaliação das vulnerabilidades do território, na formação continuada das equipas de intervenção e dos decisores e na regulação das questões organizativas”, esclarece, justificando que “aumentando a prevenção e o planeamento pode ajudar a reduzir o combate”.
Gil Martins destaca ainda a importância do ataque inicial, articulado com todos os agentes de protecção civil, “para reduzir a necessidade de grandes organizações e quantidades de meios empenhados nos teatros de operações”. O ataque inicial deve “despachar meios até dois minutos depois de obtida a localização do incêndio, de forma musculada, consistente e em triangulação, permitindo colocar o primeiro meio de intervenção operacional no incêndio até 20 minutos, no máximo, depois do despacho inicial”. Igual atenção se deve dar à fase de rescaldo, para garantir uma extinção efectiva.
Releva ainda a importância das campanhas de sensibilização, com o objectivo de alertar e adequar comportamentos ao território e à meteorologia, colaborando para reduzir o número de ignições, já que 97 por cento dos incêndios florestais têm origem humana, pelo que é bom não esquecer as medidas de prevenção e autoprotecção.
Quem mora junto a uma área florestal deve limpar o mato à volta da habitação, separar as culturas com barreiras corta-fogo, guardar a lenha e combustíveis em lugar seco e seguro, nem deve deixar crianças em casa sozinhas, trancadas, nem a brincar com fósforos ou isqueiros. Um extintor, um rádio, uma lanterna e uma caixa de primeiros socorros são imprescindíveis em casa. Na floresta não se devem deitar fósforos ou cigarros para o chão, nem acender fogueiras fora dos locais próprios.
Este ano, entre 1 de Julho e 15 de Outubro, está estipulado por lei que é proibido fazer queimadas e queimas de sobrantes em espaços rurais, tal como é proibido lançar foguetes, de balões com mecha acesa e utilizar fogo-de-artifício. Quando se encontra lixo ou excesso de mato ou pessoas com comportamento estranho, o melhor mesmo é avisar as autoridades, via 112. Em caso de se estar num local onde haja um incêndio, ou se este for próximo de casa, a melhor atitude é colaborar com os bombeiros e seguir as suas instruções, afastando crianças e viaturas, soltando os animais e, se caso disso, avisar os vizinhos e afastarem-se do local. Se houver tempo, devem desligar luz, gás e molhar as paredes de casa.
Desde o dia 1 de Janeiro até dia 13 de Julho foram registados no distrito 108 incêndios, tendo a sua maioria ocorrido a partir de 1 de Julho, na Fase Charlie, mas a pronta e eficiente resposta do ataque inicial evitou que alguma destas situações ganhasse maior dimensão.
Fonte: Jornal Reconquista
9 de junho de 2010
Regresso ao “inferno”
A mesma preocupação que encontro nas palavras do vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses quando afirmou, no último sábado, que «esperam há cinco anos pela renovação das viaturas prometidas pelo Estado», já que as corporações não têm meios financeiros «para investir 150 ou 200 mil euros numa viatura de combate a incêndios». Mas faltarão apenas as viaturas?
Sem o equipamento adequado, e quantas vezes obsoleto, pergunto como poderão os bombeiros portugueses estar preparados para esta nova época de incêndios, sabendo que não lhes basta apenas a formação.
Jamais poderia pôr em causa a sua capacidade, mas voltando às palavras do vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, não posso deixar de me preocupar ainda mais quando afirma que «se formos às estatísticas da Autoridade Nacional de Protecção Civil, vemos quem é que às quatro da manhã está a combater incêndios: só bombeiros voluntários, rigorosamente mais ninguém». Onde é que, de madrugada, estão os outros bombeiros, sapadores ou municipais?
No dizer dos especialistas, o chuvoso Inverno que tivemos levou ao crescimento da vegetação nas matas e florestas, o que pode originar um aumento significativo de ignições. Por isso, questiono também se os quase sete mil efectivos anunciados pelo secretário de Estado da Protecção Civil serão suficientes para a época mais crítica de fogos, balizada entre Julho e Setembro…
Fonte: Diário do Minho
2 de junho de 2010
Incêndios: bombeiros esperam um verão «bastante difícil»
Junho chega com temperaturas acima dos 30 graus. O verão está a chegar e com ele os incêndios. Depois de um inverno rigoroso e com muita chuva, os bombeiros não esperam uns meses fáceis, mas, dizem-se preparados. «Temos, um pouco por todo o território, elevados índices de combustível, pelo facto de ter chovido até bastante tarde, o que resultou na vegetação ter crescido muito rapidamente», disse o presidente da Liga dos Bombeiros, que critica a falta de limpeza das florestas. Considera que há «insuficiências muito significativas ao nível da gestão florestal do território».
Segundo o presidente da Liga, 77 por cento da floresta é propriedade privada, dois por cento do Estado, oito por cento das indústrias e 13 por cento são baldios. «Estamos a falar de uma floresta com uma estrutura fundiária muito fragmentada, o que já por si resulta numa dificuldade adicional para uma gestão adequada do espaço e também da eliminação do combustível que está lá a mais e que constitui um risco acrescido", explica.
Por isso, Duarte Caldeira diz que os soldados da paz esperam uma época de fogos «bastante difícil», mas, garante, em declarações à agência Lusa, que, «do ponto de vista dos bombeiros tudo foi trabalhado atempadamente».
A Fase Bravo da prevenção e combate a incêndios, que agora se inicia, antecede a Fase Charlie, que é a de maior risco, que decorre entre 1 de Julho e 30 de Setembro. O início da fase Bravo foi adiado de 15 de Maio para 1 de Junho porque as temperaturas não estavam muito altas. Os bombeiros criticaram esta decisão da Protecção Civil.
Mas, olhe-se para o futuro, que «o que importa é que no próximo dia 1 estará tudo pronto para enfrentar os próximos meses que prevemos que venham a ser muito difíceis», disse Duarte Caldeira para encerrar a polémica.
De acordo com os números avançados no passado dia 17 pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, o dispositivo disponível a partir do início da Fase Bravo e até final de Setembro, contará com 22 519 operacionais e 5002 veículos de comando, intervenção e apoio.
Fonte: TVI24
Verão com "número de ignições significativo" de incêndios, admite secretário de Estado
O secretário de Estado da Proteção Civil, Vasco Franco, disse hoje que possivelmente no verão deste ano haverá "um número de ignições significativo" devido à chuva prolongada que levou ao crescimento de matéria combustível nas matas e florestas."A análise que tem sido feita é de que possivelmente haverá um número de ignições significativo, porque tivemos um período de chuvas prolongado e o material que cresceu atingiu dimensões que em outros anos não tem atingido, especialmente este material fino mais no centro e sul do país é muito propício a facilitar as ignições", disse aos jornalistas o secretário de Estado.
Vasco Franco participou hoje, juntamente com os secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro, e do Ambiente, Humberto Rosa, num encontro na Autoridade Nacional de Proteção Civil para assinalar o início da fase Bravo de combate a incêndios florestais.
Fonte: Lusa 1/06/2010

















