O autarca com o pelouro da Protecção Civil na Associação Nacional de Municípios Portugueses assegurou que a ideia de colocar desempregados ou beneficiários do Rendimento Social de Inserção na vigilância das florestas «não passou do papel».
«Não apareceu no terreno ninguém, nem a vigiar nem a limpar», afiançou Jaime Soares, citado pela TSF. «Como fazemos parte dos PALOP, pode ter havido algum acordo para que eles tivessem sido enviados para lá», ironizou.
«O combate a incêndios florestais não é um tipo de actividade que possa ser desenvolvida [pela] mão-de-obra disponível», contrapôs o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, citado pela mesma rádio.
Duarte Caldeira entende que essa ideia «não resulta» e, por isso, não esperava ver qualquer daquelas pessoas nas florestas. «Não acreditando nessa medida, compreendemos que ela não tenha tido qualquer efeito neste Verão», disse.
Olá a todos
Este blog possui gestão privada, não tendo qualquer ligação oficiosa à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar. Todos os textos colocados são da responsabilidade dos seus autores. Todos os comentários feitos, são da responsabilidade de quem os escreve. Faça bom uso deste meio, os colaboradores agradecem.
27 de outubro de 2010
26 de outubro de 2010
Régua: Congresso da LBP em Outubro de 2011

O próximo Congresso Nacional da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai decorrer na cidade de Peso da Régua entre 28 e 30 de Outubro de 2011, conforme decisão tomada pelo Conselho Nacional da LBP reunido em S. João da Madeira no passado sábado, 25 de Setembro.
A reunião magna dos bombeiros portugueses irá decidir, entre outros aspectos, quem serão os próximos órgãos sociais da confederação para o triénio 2011/2013.
O congresso terá um formato mais reduzido que os anteriores, com apenas três dias, pretendendo-se assim reduzir custos aos participantes e à própria organização, Liga e associação parceira, Bombeiros Voluntários de Peso da Régua.
23 de outubro de 2010
MAI: Dispositivo Vai Se Manter
O ministro da Administração Interna disse esta sexta-feira que o actual dispositivo de combate a incêndios florestais vai manter-se no próximo ano, podendo vir a sofrer ajustes ao nível da colocação de meios e nos períodos de maior necessidade, escreve a Lusa.
«O dispositivo que este ano existiu vai ser mantido, vamos optimizá-lo na medida do possível. Optimizá-lo significa ver quais são os períodos de maior necessidade e onde deve ser colocado», disse aos jornalista Rui Pereira.
O ministro participou, na Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Carnaxide, Oeiras, numa reunião onde foi feita uma avaliação do dispositivo especial de combate a incêndios florestais, que contou também com a presença do secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, e representantes das entidades com assento no Centro de Coordenação Operacional Nacional.
Rui Pereira garantiu, também, que o dispositivo «em termos gerais é adequado», apesar de nenhum país ser «autossuficiente».
Quando «há necessidades excecionais», Portugal pode usufruir dos meios disponíveis no âmbito da cooperação internacional, designadamente ao nível da União Europeia, adiantou, referindo que no Verão deste ano actuaram em Portugal seis meios aéreos espanhóis.
Durante a fase mais critica de combate a incêndios, entre 1 de Julho e 30 de Setembro, estiveram operacionais perto de 10 mil elementos, 2177 veículos e 56 meios aéreos, além dos 236 postos de vigia da responsabilidade da GNR.
O último relatório da Autoridade Florestal Nacional (AFN) refere que os incêndios florestais consumiram até 15 de Outubro quase 129 mil hectares, mais 54,5 por cento do que em igual período do ano passado.
Rui Pereira justificou estes números com «os níveis de humidade muito baixos e as condições climatéricas muito adversas» registadas no Verão, além da «muito matéria combustível resultante de um nível de incêndios muito baixo nos três anos anteriores».
Segundo o governante, em dias consecutivos registou-se mais de 400 fogos por dia, em alguns casos chegaram a ultrapassar os 500, e «a capacidade de resposta foi muito grande», tendo a esmagadora maioria dos incêndios sido dominada durante o dia.
O ministro disse ainda que foram detidos mais de 40 presumíveis incendiários este ano.
No final da reunião, foi atribuída a medalha de mérito de protecção e socorro a 18 bombeiros que, no ano passado, cumpriram mais horas de serviço operacional no respetivo distrito.
Fonte: IOL
20 de outubro de 2010
18 de outubro de 2010
Dia 24 Regressa o Programa Vida-por-Vida
É já no próximo domingo que voltará o magazine televisivo dos Portugueses. Depois do fim por medida de cortes orçamentais por parte da LBP, o magazine está de volta e promete trazer até à casa de bombeiros e demais cidadãos toda a informação e o acompanhamento da missão Vida-por-Vida. A empresa OesteImagem é responsável por este regresso fazendo com que o programa passe a ser unicamente da responsabilidade da produtora e da RTP2. O BPS deseja que seja um regresso para ficar e que o sucesso continue a subir como até agora.
Além de colegas de trabalho de campo são também um dos maiores meios divulgadores da nossa missão e impõe todos os domingos de manhã o que de melhor se faz em Portugal sobre bombeiros no público geral.
13 de outubro de 2010
2010 regista menos incêndios e menos área ardida
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12 de outubro de 2010
Os nossos sentidos pêsames
Todos nós necessitamos de cultivar a capacidadede lidar com a perda e o luto. Aceitar a transitoriedade da vida e o desconhecido é assustador. Devemos estar preparados para saber proporcionar essa despedida e dar à vida um final feliz.
A administração deste blog, e todo o quadro activo vem junto da família e em especial do Presidente da DirecçãoEng. José Eduardo, manifestar as mais sentidas condolências.

Todos nós necessitamos de cultivar a capacidade
de lidar com a perda e o luto. Aceitar a transitoriedade
da vida e o desconhecido é assustador. Devemos estar
preparados para saber proporcionar essa despedida e dar
à vida um final feliz.
A administração deste blog, e todo o quadro activo vem
junto da família e em especial do Presidente da Direcção
Eng. José Eduardo, manifestar as mais sentidas condolências.
4 de outubro de 2010
Finalmente Aberto Concurso Público
MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR
Anúncio de procedimento n.º 4506/2010
MODELO DE ANÚNCIO DO CONCURSO PÚBLICO
1 - IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DA ENTIDADE ADJUDICANTE
NIF e designação da entidade adjudicante:
506810267 - Município de Vila Pouca de Aguiar
Serviço/Órgão/Pessoa de contacto: Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar
Endereço: Rua Dr. Henrique Botelho
Código postal: 5450 027
Localidade: Vila Pouca de Aguiar
Telefone: 00351 259419100
Fax: 00351 259419104
Endereço Electrónico: som@cm-vpaguiar.pt
2 - OBJECTO DO CONTRATO
Designação do contrato: Quartel dos Bombeiro de Vila Pouca de Aguiar
Descrição sucinta do objecto do contrato: Trabalhos Preparatórios, Alvenarias, Pavimentos, Paredes, Tectos, Coberturas, Carpintaria, Serralharias, Pinturas, Equipamento Sanitário, Peitoris/Soleiras, Electricidade, Telecomunicações, Estruturas e Águas, Rede Interna de
Gás, Térmica e Diversos.
Tipo de Contrato: Empreitada de Obras Públicas
Valor do preço base do procedimento 900870.78 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objecto principal
Vocabulário principal: 45216121
Valor: 900870.78 EUR
....
Para ver o Diário da República completo carregue no titulo.
Liberdade de Expressão
Constituição da Rep. Portuguesa
1.º Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2.º O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura
28 de setembro de 2010
TAT: Novas Regras
A partir do dia um de Outubro de 2010, o curso de Tripulante de Ambulância de Transporte tem novas regras imposta pelo INEM.
Para ser TAT passa a ser obrigatório o 9 ano, o que antevê um problema grave para muitos bombeiros profissionais, sem 9º ano não podem ser TAT, nem fazer a reciclagens, o que originara muitos despedimentos por justa causa por perda de competências nos bombeiros.
O curso de Técnicas de Socorrismo com 50 horas de formação, dado aos estagiários, quem tiver 50% na nota final, passa no curso TS, mas para que esse curso seja reconhecido como TAT pelo INEM, os estagiários tem que ter mais de 75% na nota final.
Isso quer dizer que o TAT deixou de ser obrigatório para quem quer ser bombeiro, mas esses elemento não podem fazer serviço pré-hospitalar nem um simples serviço de consulta, e para ir a SD, basta ter uma nota final de 50% no TS.
Os TAT para poderem fazer a reciclagem de TAT de 14 horas, tem que fazer a reciclagem no primeiros seis meses depois de o curso ter caducado, acima dos seis meses o bombeiro têm que fazer o curso de TAT de 35 horas.
Também passou a fazer parte do conteúdo programático do curso de TAT o RCP pediátrico, extracção imediata e imobilização em plano com a vítima na vertical.
Os corpos de bombeiros serão informados atempadamente dessas alterações pela ENB.
Autor: FIRESHELTER52
Fonte: Bombeirosprasempre.blogspot.com
27 de setembro de 2010
Os nossos sentidos pêsames

Todos nós necessitamos de cultivar a capacidade de lidar com a perda e o luto. Aceitar a transitoriedade da vida e o desconhecido é assustador. Devemos estar preparados para saber proporcionar essa despedida e dar à vida um final feliz.
A administração deste blog, e todo o quadro activo vem junto da família e em especial do director Prof. Adriano, manifestar as mais sentidas condolências.
23 de setembro de 2010
PSP Autuou Ambulâncias Fora da Lei
A operação, confirmada pelo Comando Distrital de Braga da PSP, decorreu nesta cidade no período compreendido entre as 10 e as 11 horas da manhã.
Fonte daquele comando informou que, durante o período de fiscalização, foram levantados sete autos por infracção à legislação em vigor.
Dos sete autos levantados cinco foram por falta de licença e dois por não cumprimento da legislação a nível do transporte de doentes. Embora as corporações de bombeiros garantam que 85 por cento das acções de socorro que realizam seguem as linhas orientadoras da lei, a Associação Portuguesa de Médicos de Emergência revelou que, no nosso país, 90 por cento das ambulâncias de transporte e socorro de bombeiros estão ilegais.
A lei determina que as ambulâncias devem ser tripuladas por um motorista e um técnico de ambulâncias de emergência, o que nem sempre acontece. Os resultados de um levantamento efectuado em Junho último pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e divulgados pelo Diário de Notícias, concluiu que a esmagadora maioria das ambulâncias que circulam em Portugal não foram inspeccionadas como determina a lei, encontrando-se por isso em situação ilegal.
A mesma informação acrescenta que a nível das ambulâncias medicalizadas “o panorama é igualmente desolador: apenas seis veículos, em todo o país, cumprem os requisitos. Destas ambulâncias - com equipamento e tripulação que permite a aplicação de suporte avançado de vida e destinadas à estabilização e transporte de um doente - apenas as existentes em Pombal, Famalicão, Vale de Cambra e Caldas das Taipas podem circular sem problemas”.
De acordo ainda com as mesmas conclusões, apenas 400 ambulâncias de transporte e socorro dos bombeiros se encontravam legais no período analisado.
“Nos corpos de voluntários, a grande maioria não cumpre sequer os requisitos mínimos. E nas corporações municipais apenas as de Sardoal e Abrantes estão de acordo com as especificações”. A Portaria 439/93, que legisla o Regulamento de Transporte de Doentes, obriga as ambulâncias a submeterem-se a inspecções periódicas.
Fonte daquele comando informou que, durante o período de fiscalização, foram levantados sete autos por infracção à legislação em vigor.
Dos sete autos levantados cinco foram por falta de licença e dois por não cumprimento da legislação a nível do transporte de doentes. Embora as corporações de bombeiros garantam que 85 por cento das acções de socorro que realizam seguem as linhas orientadoras da lei, a Associação Portuguesa de Médicos de Emergência revelou que, no nosso país, 90 por cento das ambulâncias de transporte e socorro de bombeiros estão ilegais.
A lei determina que as ambulâncias devem ser tripuladas por um motorista e um técnico de ambulâncias de emergência, o que nem sempre acontece. Os resultados de um levantamento efectuado em Junho último pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e divulgados pelo Diário de Notícias, concluiu que a esmagadora maioria das ambulâncias que circulam em Portugal não foram inspeccionadas como determina a lei, encontrando-se por isso em situação ilegal.
A mesma informação acrescenta que a nível das ambulâncias medicalizadas “o panorama é igualmente desolador: apenas seis veículos, em todo o país, cumprem os requisitos. Destas ambulâncias - com equipamento e tripulação que permite a aplicação de suporte avançado de vida e destinadas à estabilização e transporte de um doente - apenas as existentes em Pombal, Famalicão, Vale de Cambra e Caldas das Taipas podem circular sem problemas”.
De acordo ainda com as mesmas conclusões, apenas 400 ambulâncias de transporte e socorro dos bombeiros se encontravam legais no período analisado.
“Nos corpos de voluntários, a grande maioria não cumpre sequer os requisitos mínimos. E nas corporações municipais apenas as de Sardoal e Abrantes estão de acordo com as especificações”. A Portaria 439/93, que legisla o Regulamento de Transporte de Doentes, obriga as ambulâncias a submeterem-se a inspecções periódicas.
Fonte: Correio do Minho
Colisão frontal provoca um morto, um ferido ligeiro, e trânsito cortado na EN2

Uma colisão frontal ocorrida na tarde de Domingo dia 12 de Setembro por volta das 15h52 na EN2, á entrada da Vila de Vidago próximo da antiga estação de caminho de ferro, provocou um morto e um ferido ligeiro e obrigou ao corte do trânsito na EN2.
Armindo Jesus, de 80 anos, residente em Selhariz - Chaves, foi a vítima mortal do acidente, que envolveu duas viaturas Natural e residente na freguesia de Selhariz Concelho de Chaves, Armindo Jesus, fazia-se transportar num Fiat Uno, ainda saiu com vida do acidente mas, não resistiu às lesões e veio a falecer quando era transportado pelos Bombeiros de Vidago para o Hospital de Chaves enquanto que, Maria Noémia Gomes de Sousa, de 66 anos, residente em Pedras Salgadas que sofreu ferimentos ligeiros, conduzia um Renalt Clio.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntário de Vidago, a viatura que transportava a vítima mortal, circularia no sentido Vidago - Pedras Salgadas, enquanto o outro veículo se dirigia em sentido contrário. O embate foi particularmente violento e um dos condutores teve mesmo de ser retirados com recurso a material de desencarceramento.
Não foram ainda apuradas as causas que originou este acidente, que poderá ter tido origem num descuido ou avaria mecânica. De resto, a colisão verificou-se numa curva, onde, de acordo com os bombeiros se têm registado poucos acidentes.O embate obrigou ao corte total do trânsito neste troço da EN 2 aproximadamente durante uma hora e trinta minutos, no sentido de garantir o resgate e socorro das vítimas e posterior limpeza do pavimento.No local compareceram os Bombeiros de Vidago com um total de 14 elementos e quatro viaturas. Estiveram igualmente presentes a VMER do Hospital de Chaves e efectivos da GNR do Destacamento de Trânsito de Chaves.
Armindo Jesus, de 80 anos, residente em Selhariz - Chaves, foi a vítima mortal do acidente, que envolveu duas viaturas Natural e residente na freguesia de Selhariz Concelho de Chaves, Armindo Jesus, fazia-se transportar num Fiat Uno, ainda saiu com vida do acidente mas, não resistiu às lesões e veio a falecer quando era transportado pelos Bombeiros de Vidago para o Hospital de Chaves enquanto que, Maria Noémia Gomes de Sousa, de 66 anos, residente em Pedras Salgadas que sofreu ferimentos ligeiros, conduzia um Renalt Clio.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntário de Vidago, a viatura que transportava a vítima mortal, circularia no sentido Vidago - Pedras Salgadas, enquanto o outro veículo se dirigia em sentido contrário. O embate foi particularmente violento e um dos condutores teve mesmo de ser retirados com recurso a material de desencarceramento.
Não foram ainda apuradas as causas que originou este acidente, que poderá ter tido origem num descuido ou avaria mecânica. De resto, a colisão verificou-se numa curva, onde, de acordo com os bombeiros se têm registado poucos acidentes.O embate obrigou ao corte total do trânsito neste troço da EN 2 aproximadamente durante uma hora e trinta minutos, no sentido de garantir o resgate e socorro das vítimas e posterior limpeza do pavimento.No local compareceram os Bombeiros de Vidago com um total de 14 elementos e quatro viaturas. Estiveram igualmente presentes a VMER do Hospital de Chaves e efectivos da GNR do Destacamento de Trânsito de Chaves.
Fonte: BV
20 de setembro de 2010
Serviço Operacional
Boa tarde a todos,
Relativamente a este assunto, que tem suscitado algumas questões pertinentes no seio do corpo de bombeiros, tenho a dizer o seguinte:
1º. É preciso que saibam distinguir bombeiros voluntários de bombeiros profissionais;
O art. 7.º do Decreto-Lei 247/2007, de 27 de Junho, distingue os bombeiros, em termos de vínculo, em profissionais e voluntários.
. Profissionais são aqueles que são remunerados pela sua actividade, podendo exercer funções enquanto voluntários(Salvo algumas excepções).
. Voluntários são aqueles que exercem a sua função com um carácter exclusivamente voluntário.
2º. Saber a quem é aplicado o regime efectivo de horas operacionais
Ver artigo 1.º, Portaria 571/2008, de 3 de Julho que regulamenta o Serviço Operacional que se aplica aos bombeiros voluntários.
Assim em jeito de conclusão, todo o serviço efectuado em carácter voluntário deve ser registado, no RNBP como serviço operacional. Simmmm, inclusivamente ECIN’s.
Relativamente a este assunto, que tem suscitado algumas questões pertinentes no seio do corpo de bombeiros, tenho a dizer o seguinte:
1º. É preciso que saibam distinguir bombeiros voluntários de bombeiros profissionais;
O art. 7.º do Decreto-Lei 247/2007, de 27 de Junho, distingue os bombeiros, em termos de vínculo, em profissionais e voluntários.
. Profissionais são aqueles que são remunerados pela sua actividade, podendo exercer funções enquanto voluntários(Salvo algumas excepções).
. Voluntários são aqueles que exercem a sua função com um carácter exclusivamente voluntário.
2º. Saber a quem é aplicado o regime efectivo de horas operacionais
Ver artigo 1.º, Portaria 571/2008, de 3 de Julho que regulamenta o Serviço Operacional que se aplica aos bombeiros voluntários.
Assim em jeito de conclusão, todo o serviço efectuado em carácter voluntário deve ser registado, no RNBP como serviço operacional. Simmmm, inclusivamente ECIN’s.
Simmm, pois segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) o valor de 1,70€ a hora que o bombeiro voluntário ganha ao fazer ecin´s é um incentivo ao voluntariado e não um ordenado. Se fosse ordenado tinham que ganhar o ordenado mínimo a trabalhar 40 horas semanais. lol lol
Quem continuar com duvidas fale com a entidade máxima, que regula o registo do serviço operacional e peça esclarecimentos. Não falem da boca para fora quando não percebem puto de bombeiros. lol
16 de setembro de 2010
16 de agosto de 2010
Varios Tipos de Falência
Ainda pensei escrever longamente sobre o assunto e deixar algumas respostas a intervenções anteriores, mas como seria muito extenso, talvez uma conversa acabe por conduzir de igual modo ao desenvolvimento das ideias que tenho sobre incêndios florestais.
Deixo apenas umas notas soltas:
1) Falência da prevenção
A prevenção não produz resultados em 5 anos. É verdade, sim, que o investimento parece estar mais virado para o combate do que para a prevenção. Porém: o Estado não tem uma autoridade capaz de implementar a prevenção, e o que fez até aqui foi incipiente;
2) Falência no voluntariado
Neste como noutros cenários, não podemos estar reféns de um modelo assente em voluntariado. A resposta precisa ser profissional e imediata, não podemos ter uma resposta ao socorro que depende do "se", do "mas" e do "também". Não podem tocar sirenes e ficarmos à espera que cheguem bombeiros. Não podem haver distritos/municípios que não conseguem ter bombeiros suficientes. É preciso existir uma força única, profissionalizada, especializada. Obviamente, não chegam os mais de 1000 homens da FEB+GIPS em conjunto. Teriam de ser mais.
3) Falência no comando
Relaciona-se bastante com o ponto anterior. Sem forças profissionais, o comando encontra limites ao que pode e não pode exigir, ao que pode e não pode comandar. Mais, o comando não pode estar refém do poder político, não pode permitir que os políticos se imiscuam na gestão operacional. Se dizem que há promiscuidade entre o futebol e a política, também a existe entre a protecção/socorro e a política, e com consequências bem mais graves.
4) Falência na gestão de áreas protegidas
Não pode querer proteger-se tudo e fazê-lo de uma tal forma que as populações acabam por se revoltar e fazer elas próprias o fogo com intenção de destruir. E não pode querer ter-se uma área protegida e depois não ter sequer o cuidado de dotar essa área de infraestruturas de apoio ao combate.
5) Falência na punição
Não se pode querer ter sucesso quando quase 100% dos incêndios são de origem humana mas depois as coimas ou não se aplicam ou aplicam debilmente. Os prevaricadores precisam sentir o longo e pesado braço da lei, caso contrário as forças de fiscalização tombam perante o descrédito e a população, por mais fiscalização que se lhes faça, sentir-se-á sempre impune.
Autor: Pedro
Fonte:bombeirosparasempre.blogspot.com
Deixo apenas umas notas soltas:
1) Falência da prevenção
A prevenção não produz resultados em 5 anos. É verdade, sim, que o investimento parece estar mais virado para o combate do que para a prevenção. Porém: o Estado não tem uma autoridade capaz de implementar a prevenção, e o que fez até aqui foi incipiente;
2) Falência no voluntariado
Neste como noutros cenários, não podemos estar reféns de um modelo assente em voluntariado. A resposta precisa ser profissional e imediata, não podemos ter uma resposta ao socorro que depende do "se", do "mas" e do "também". Não podem tocar sirenes e ficarmos à espera que cheguem bombeiros. Não podem haver distritos/municípios que não conseguem ter bombeiros suficientes. É preciso existir uma força única, profissionalizada, especializada. Obviamente, não chegam os mais de 1000 homens da FEB+GIPS em conjunto. Teriam de ser mais.
3) Falência no comando
Relaciona-se bastante com o ponto anterior. Sem forças profissionais, o comando encontra limites ao que pode e não pode exigir, ao que pode e não pode comandar. Mais, o comando não pode estar refém do poder político, não pode permitir que os políticos se imiscuam na gestão operacional. Se dizem que há promiscuidade entre o futebol e a política, também a existe entre a protecção/socorro e a política, e com consequências bem mais graves.
4) Falência na gestão de áreas protegidas
Não pode querer proteger-se tudo e fazê-lo de uma tal forma que as populações acabam por se revoltar e fazer elas próprias o fogo com intenção de destruir. E não pode querer ter-se uma área protegida e depois não ter sequer o cuidado de dotar essa área de infraestruturas de apoio ao combate.
5) Falência na punição
Não se pode querer ter sucesso quando quase 100% dos incêndios são de origem humana mas depois as coimas ou não se aplicam ou aplicam debilmente. Os prevaricadores precisam sentir o longo e pesado braço da lei, caso contrário as forças de fiscalização tombam perante o descrédito e a população, por mais fiscalização que se lhes faça, sentir-se-á sempre impune.
Autor: Pedro
Fonte:bombeirosparasempre.blogspot.com
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