Olá a todos
26 de setembro de 2011
27 de agosto de 2011
Opinião: Existe Sempre Uma Desculpa Para Tudo
15 de agosto de 2011
Amb3E Lança Desafio às Corporações de Bombeiros
A ação pretende ainda incentivar as corporações de bombeiros aderentes e as comunidades locais a reunir a maior quantidade possível de REEE e P&A durante os meses de Outubro, Novembro e Dezembro de modo a minorar os seus impactos ambientais e sensibilizar a população para a importância da reciclagem. No final serão atribuídos doze prémios; os quarteis com melhores resultados podem receber uma ambulância, uma lavandaria industrial e vales de combustível no valor de 1500 euros.
8 de agosto de 2011
A bem de uns, façamos a desunião entre todos!
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Força Aérea pode assumir em 2012 combate aéreo aos incêndios
Apesar do investimento inicial, o documento conclui que esta seria rapidamente uma solução mais barata do que a actual, em que helicópteros e aviões são geridos por uma empresa pública.
A TSF sabe que, o estudo apresentado pela Força Aérea ao Ministério da Defesa conclui que esta tem capacidade para assumir o combate aos incêndios já no próximo ano.
Para isso é preciso extinguir a EMA - Empresa de Meios Aéreos, numa solução que baixaria os custos das operações já em 2012.
Os meios desta empresa pública passariam para a tutela da Força Aérea. Entre eles, os helicópteros pesados, Khamov, mas também outras aeronaves mais pequenas.
Para assumir o combate aos incêndios, a Força Aérea admite, no entanto, que precisa de readaptar os velhos helicópteros Puma, desactivados desde o ano passado, quando a Defesa comprou helicópteros mais modernos.
De início seria preciso fazer modificações em três helicópteros Puma em 2012, outros três seriam recuperados até 2015.
A TSF sabe que este estudo, elaborado pela Força Aérea, já foi entregue ao Ministério da Defesa, que o enviou para o Ministério da Administração Interna (MAI).
Recorde-se que a intervenção da Força Aérea no combate aos incêncios surgiu de um pedido de Aguiar Branco. Em declarações aos jornalistas, o ministro afirmou estar convencido de que a FA tinha capacidade para «assumir um papel determinante».
Estudo dá como igual o stress do bombeiro ao do militar
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3 de agosto de 2011
A Formação dos Bombeiros
E invariavelmente, por esta ou aquela razão, por este ou aquele jornal, vem á praça pública a formação dos bombeiros.
Mas, façamos justiça, em qualquer fórum que se fale de bombeiros, qualquer reunião onde estejam bombeiros, o tema Formação é "obrigatório".
Ouvimos os Bombeiros e os seus responsáveis operacionais e as queixas são mais que muitas. A Formação nunca é a suficiente e são sempre os outros a serem beneficiados com os cursos.
Lemos os Relatórios de entidades como a Escola Nacional de Bombeiros onde podemos verificar os milhares de formandos, as centenas de cursos e um sem número de horas de formação atribuídas aos Bombeiros.
Afinal onde anda tanta formação?
Diz um desses relatos sobre o desempenho da Escola Nacional de Bombeiros, que "a oferta formativa da ENB, dispersa-se por um conjunto diversificado e significativo de Cursos/Módulos, abrangendo as áreas da Emergência Pré- Hospitalar, Transporte de Doentes, Incêndios Florestais ( nos níveis de 1ª Intervenção de Chefe de Equipa e de Grupo), Urbanos e Industriais (nos níveis de 1ª Intervenção e de Chefe de Equipa), Matérias Perigosas, Condutor de Embarcação de Socorro, Nadador Salvador, Operador de Central, Condução Fora de Estrada e Salvamento e Desencarceramento (SD), entre muitos outros."
Mas o que ouvimos, de uma forma geral em todos os distritos, é que a falta de formação é um problema recorrente, apenas estando garantidos os cursos de TS e SD, dado tratar-se de formação externa e da responsabilidade dos formadores existentes em cada um dos Corpos de Bombeiros. E quanto à outra formação, vai havendo de acordo com mais ou menos candidaturas comunitárias para subsidiar aquela formação.
Por exemplo no distrito de Lisboa, comunicaram-nos no mês de Junho que apenas 2 formadores externos da ENB estavam credenciados para ministrar formação de Técnicas de Socorrismo aos 56 Corpos de Bombeiros existentes.
Como é possível? O que se passou para que num distrito onde abundam formadores, particularmente nesta área, se tenham de cancelar todos os cursos programados por falta de formadores?
Sem este curso, em conjunto com o de SD, estão em causa todas as escolas de formação de estagiários e logo inviabilizados os respectivos concursos de ingresso.
Mas também ao nível da progressão na carreira, a bagunça é de tal ordem que ninguém se entende.
O Despacho 21722 /2008, de 20 de Agosto, veio regulamentar os Cursos de Formação, Ingresso e Promoção do Bombeiro e aplica-se a C.B.'s não pertencentes a Municípios.
Como se sabe, existem um conjunto de cursos/módulos obrigatórios e outros opcionais, mas que são condição para que se possa progredir na carreira. Pois bem, a falta de capacidade de resposta da Escola Nacional de Bombeiros está a comprometer esses concursos de progressão, deixando os Bombeiros e os seus responsáveis "á beira de um ataque de nervos".
Como sempre, no meu entender, a razão nunca está só de um lado. Por isso é necessário, digo mesmo fundamental, que aproveitemos este período de defeso e parar para pensar.
Este período seria uma oportunidade para se fazer uma avaliação critica do sistema de formação e de tudo o que o mesmo implica e definir um plano que possa resolver no médio prazo as lacunas com que nos debatemos nesta área, fundamental para os nossos Bombeiros e para a dinâmica dos nossos Corpos de Bombeiros.
Seria importante que a tutela avançasse com uma auditoria independente à Escola Nacional de Bombeiros e a todo o sistema formativo, para se poder corrigir desvios e colocar definitivamente aquela instituição de formação ao serviço dos Bombeiros de Portugal.
Autoridade Florestal esqueceu-se dos bombeiros
Desconhecem-se também as razões que levaram a mesma entidade a suprimir do seu sítio o anúncio do concurso.
Os bombeiros, naturalmente, questionam-se sobre o que poderá estar por de trás disto.
Este concurso estava a suscitar as mais sérias dúvidas e protestos, quer em função dos termos em que foi aberto, quer no tocante às verbas envolvidas.
O concurso foi aberto para 6 técnicos durante 3 meses para auferirem no conjunto 125 mil euros, ou seja, mais de 6 mil por mês cada um.
Admitiam-se técnicos credenciados em fogo de supressão ou que, pasme-se, reunissem as condições necessárias para a obtenção da respectiva credenciação, com experiência em análise do fogo de supressão e capacidade de liderança.
22 de julho de 2011
Procedimentos Concursais
Encontram-se a decorrer, na Autoridade Nacional Protecção Civil, vários procedimentos concursais com vista ao preenchimento de 11 postos de trabalho na carreira técnica superior.
Podem ser opositores a estes procedimentos trabalhadores com relação jurídica de emprego de emprego público por tempo indeterminado estabelecida com a Administração Central do Estado (trabalhadores com vínculo à Administração Central do Estado), não podendo ser admitidos a concurso trabalhadores das Administrações Regionais ou Autárquica.
Estes postos de trabalho, bem como as áreas de formação académica a que respeitam, integram o mapa de pessoal da ANPC para o ano de 2011, aprovado por Despacho de S.E. o Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, de 28 de Setembro de 2010.
Os avisos de abertura podem ser consultados no Diário da República, 2ª série. Fonte: ANPC |
Trás-os-Montes: 8.8 Milhões de Euros Para Água, Saneamento e Equipamento de Protecção Civil
2 de julho de 2011
24 de junho de 2011
“Em tempo de guerra não se limpam armas”, diz Miguel Macedo
“Transmiti ao senhor presidente, general Arnaldo Cruz, de forma muito clara, que o dispositivo que estava montado continua absolutamente intocável em todos os seus aspectos, em toda a sua operacionalidade durante este tempo todo”, garante Miguel Macedo.
O ministro da Administração Interna assevera ainda que “não se vai mexer em nada”.
“Como diz o povo e com razão: em tempo de guerra não se limpam armas”, remata. No entanto, Miguel Macedo não especificou se no futuro a Protecção Civil vai passar para o ministério da Defesa, como estava previsto no programa eleitoral do PSD, referindo que “aquilo que está neste momento previsto é o que é necessário para combater os incêndios”.
11 de junho de 2011
INEM passa a permitir acompanhamento dos doentes em ambulância de emergência
Pela Lei n.º 33/2009, de 14 de Julho, foi reconhecido e garantido a todo o cidadão admitido, num serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde, o direito de acompanhamento por uma pessoa por si indicada. Assim, considerou o INEM imprescindível estender a aplicação da lei mencionada ao transporte de doentes em ambulância de emergência do Instituto.
Assim, e zelando pela necessidade de aumentar o acesso à informação, poder de decisão e capacidade de participação na gestão da doença dos utentes e seus acompanhantes o INEM passa a permitir que os doentes sejam acompanhados por pessoa próxima. Para que os cuidados de emergência médica sejam eficazes, o acompanhamento não deverá comprometer as condições e requisitos técnicos da sua prestação.
Ao acompanhante será solicitado que mantenha uma conduta com urbanidade e que respeite e acate as instruções e indicações da tripulação de serviço. Compete ao chefe de equipa decidir, informar e explicar ao doente e acompanhante os motivos que legitimam ou impedem o respectivo acompanhamento e a sua manutenção.
O INEM dá assim mais um passo no sentido de uma maior abertura ao cidadão dos serviços por prestados pela Instituição. Este decisão foi já comunicada à Liga dos Bombeiros Portugueses e à Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), dado que 243 ambulâncias do INEM são operadas por corpos de bombeiros e Delegação de Faro da CVP.
3 de junho de 2011
Bombeiros do Distrito de Vila Real mais Preparados
Esta Unidade Local de Formação (ULF), é um pólo de formação da Escola Nacional de Bombeiros, que dará a possibilidade aos voluntários dos corpos de bombeiros da região de efectuarem a sua formação no distrito, sem terem necessidade de se deslocar para outras zonas do país, como acontecia até aqui.
Trata-se de uma forma de fornecer aos bombeiros do Distrito uma ferramenta formativa que deverá levar a um incremento da sua capacidade de resposta e a uma maior eficácia dessa resposta a todos os desafios colocados ao nível da Protecção Civil, a bem de toda a população.
19 de maio de 2011
ULF Inaugurada Este Mês
5 de maio de 2011
CDOS de Santarém Passa a Centro Nacional Secundário
18 de abril de 2011
Confirmadas 41 Aeronaves
13 de abril de 2011
Incêndios / Vila Real: Cerca de 250 incêndios e 650 hectares de área ardida este ano no distrito
A GNR registou 249 incêndios no primeiro trimestre deste ano, no distrito de Vila Real, que queimaram 650 hectares de mato e tiveram como principais causas queimadas para renovação de pastagens ou uso indevido do fogo.
Eduardo Lima, chefe do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), fez hoje um balanço dos incêndios registados em 2011 no distrito de Vila Real e que representam um acréscimo de "aproximadamente 20 por cento" comparativamente a igual período do ano passado.
Dos 308 alertas que chegaram às autoridades, 249 dizem respeito a incêndios que queimaram 650 hectares de mato e atingiram principalmente Montalegre, Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real.