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9 de fevereiro de 2013
Acidente Rodoviário - Estrada Municipal 555
Cerca das 22:00h foi dado o alerta para um acidente rodoviário na estrada municipal 555 junto à barragem da Falperra.
Após as equipas de socorro chegarem ao local verificou-se a existência de um despiste de um veículo ligeiro de passageiros que acabou por embater contra uma árvore imobilizando-se uns metros depois.
Do acidente resultou um ferido do sexo masculino. No local estiveram presentes a ABSC 03, VSAE 01, VLCI 05 dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar e VMER com respectivas tripulações.
4 de fevereiro de 2013
Meios Informáticos do INEM Atrasam Socorro
| Foto: Cláudia Lima da Costa \ TVI |
Os meios
informáticos do INEM estão a atrasar o socorro de doentes urgentes. A
TVI teve acesso a ordens escritas das médicas responsáveis pelas
centrais 112. Os documentos falam de «atrasos inexplicáveis» e mesmo do
risco de vítimas ficarem por atender e morrerem.
Por causa das dúvidas sobre o software, é preciso confirmar sempre por telefone os procedimentos, o que atrasa o socorro.
Ambulâncias,
carros médicos e helicópteros de emergência médica comunicam com as
centrais 112 do INEM através de computador. O equipamento, chamado
Mobile Clinic, devia permitir a transmissão rápida dos sintomas de risco
dos doentes e indicar aos meios de emergência a rota mais rápida para
chegar a ele, como um bom GPS. Mas está a acontecer o contrário. Os
computadores bloqueiam, demoram tempo a reiniciar e, pior ainda: muitas
vezes nem sequer recebem os alertas da central 112, induzindo em erro os
operadores telefónicos emergência, que julgam ter activado ambulâncias
que, afinal, não chegam a receber qualquer informação.
Uma Ordem de
Serviço, emitida pela médica Regina Pimentel, directora regional do
Centro do INEM, para os coordenadores e supervisores das centrais de
emergência, em 28 de Novembro, prova a existência de graves atrasos no
socorro por falha do equipamento Mobile Clinic:
«Meus caros:
sempre que se acciona um meio pelo mobile, está escrito que deve ser
confirmada a recepção do evento. Este procedimento não está a ser feito.
Podem dizer-me que há muito trabalho, mas haverá muito mais se o evento
não chegar onde deve, a ambulância não sair para o local, a vítima
morrer, irmos todos a tribunal ou sermos postos nos disponíveis ou na
rua com um processo. Todos sabem que o Mobile não está fiável ainda, os
fluxos vieram trazer celeridade ao envio de meios e nós não temos a
certeza que o meio foi! Não estamos afazer bem o nosso trabalho. Há
atrasos no socorro inexplicáveis. Isto não é um conselho, porque esse já
o dei há muito tempo. É UMA ORDEM E É PARA CUMPRIR a nível nacional».
A directora da
Central de Doentes Urgentes de Lisboa reencaminhou de imediato a ordem
de serviço para os operadores da maior central do país. Teresa Pinto,
médica, acrescentou apenas: «Repito - é MESMO para cumprir».
O Mobile Clinic
e o GPS Navigator foram adquiridos em 2007 e nos dois primeiros anos
custou um milhão e trezentos mil euros. Mas foi colocado na prateleira
precisamente devido à falta de qualidade. No relatório e contas de 2011,
a administração do INEM explica que o equipamento foi colocado em
testes mas que não era de todo fiável, tendo sido descontinuado.
No primeiro
semestre de 2011, contudo, o INEM decidiu colocar o equipamento em todas
as suas ambulâncias, carros médicos e helicópteros de emergência. O
presidente, que não acedeu a um pedido de entrevista da TVI, garantiu
então aos deputados que não tinham razões para se preocupar:
As ordens de
serviço emitidas há dois meses pelas médicas com maior responsabilidade
no INEM coincidem com a descrição feita à TVI por dezenas de
operacionais de meios de emergência. O equipamento atrasa o socorro e
ainda é encarado como um empecilho.
O pior é que o
INEM já antes da sua instalação tinha um mau desempenho, como descrito
pelo Tribunal de Contas numa auditoria de Dezembro de 2010:
«Nas chamadas
de emergência associadas a risco imediato de vida, a capacidade de
resposta dos meios do INEM é manifestamente insuficiente, quando
comparada com os standards internacionais», lê-se.
Os juízes
explicavam que no socorro a doentes em risco de vida, com acidentes
vasculares cerebrais, ataques cardíacos, dor e doença coronária súbita,
em paragem ou com dificuldades respiratórias severas, ou com
traumatismos graves, como as vítimas de acidentes, os padrões
internacionais estabelecem em oito minutos para os meios de socorro
chegarem a eles, ora em Portugal, o INEM só consegue fazê-lo em 20 por
cento dos casos, apenas um em cada cinco doentes, contra 68 a 78 por
cento dos ingleses.
Artigo: Carlos Enes
Fonte: TVI
2 de fevereiro de 2013
Novo Coordenador Distrital da JuveBombeiro de Vila Real
Decorreu hoje nas instalações do quartel dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto a eleição do novo coordenador distrital da JuveBombeiro de Vila Real.
Depois de a anterior coordenadora, Catarina Machado, ter abandonado o cargo por questões pessoais e profissionais, foi requerida nova eleição na qual Rui Dinis foi o escolhido para ocupar o lugar.
Estiveram presentes na reunião elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar, Mondim de Basto assim como representantes da JuveBombeiro do distrito do Porto e Bragança.
29 de janeiro de 2013
Consignação e Lançamento da Primeira Pedra do Quartel dos Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar
Ocorreu no passado Sábado dia 26 de Janeiro de 2013 a cerimónia de consignação e lançamento da primeira pedra na obra de construção do novo quartel dos Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar.
Depois de um processo de projecção demorado e polémico chega ao fim de "uma novela" como disse o presidente da Câmara Municipal, Domingos Dias.
A obra está orçada em cerca de 1.5 milhões de euros e irá permitir aos elementos operacionais dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar ter condições dignas e confortáveis.
Baseado na Notícia do Jornal Expresso:
28 de janeiro de 2013
Bombeiros: Carne Para Canhão
| Imagem: TVI |
Está algum incêndio do ano passado por apagar? Alguém vê por ai alguma coluna de fumo ou alguma percentagem de eficácia que tenha faltado aos Bombeiros Portugueses?
Depois de uma visita pela página da ANPC no separador dos incêndios florestais activos vejo que não, está tudo apagado, "extinto" como se diz na linguagem operacional e já dispensados de vigilância, diria mesmo: Assunto arrumado.
Que corra a tinta nos jornais, que role cabeças, que se apure os culpados e as contas e principalmente, que se prenda os incendiários.
Que se venha dizer: "Não devemos nada às corporações de bombeiros!", num jeito altruísta e até "separatista", não no verdadeiro sentido da palavra mas numa intenção de separar as águas, criar um distanciamento de outros movimentos.
A ribalta das televisões, rádios e jornais é um dos grandes meios de mover a opinião pública em vários sentidos, há até quem acuse a imprensa de ser a causa da crise. No verão, gosto tanto de ver brilhar as estrelas do mundo do combate a incêndios tentando espelhar a alma cansada, suada e suja dos combatentes.
Como eu gosto de os ver na fotografia ao lado daqueles que sofrem na sua pele e na alma os ataques à integridade física, provocadas pelas ocorrências dos incêndios florestais.
O ano 2012, infelizmente, e à semelhança de outros anteriores, deixou marcas humanas muito pesadas e de um valor incalculável. Muitos ainda se batem pela recuperação das mazelas que o combate lhes deixou, outros, tragicamente, ainda choram a perda dos seus entes queridos, soldados da paz que já não voltam ao activo, já não voltam às suas famílias e não voltarão a sorrir de farda vestida. Nada mais há por eles a fazer a não ser lamentar, homenagear e aprender com os seus exemplos. Vê-los como heróis, como referências.
Mas e os que ainda recuperam das mazelas? Aqueles que ainda não trabalham por estarem a recuperar de lesões? Que faltam as suas obrigações de pai, de mãe, de filho ou simplesmente de membro do agregado familiar e financeiro? Aqueles a quem as dores ainda não deixaram meses depois do incêndios extintos?
Vamos fazer-nos esquecidos sobre esta rapaziada de soldados de ouro?
Alguém lá para os lados de Carnaxide se lembrou nestes últimos tempos de os procurar? Saber se era preciso alguma coisa, se estão recuperados ou se pelo menos podem ser "carne para canhão" para a próxima época de incêndios?
Já está tudo apagado? Foi embora a imprensa porque já não vende?
2013 e a época de incêndios irá começar dentro de meses, dentro dos conceitos que vimos ultimamente, mas espero sinceramente menos mortífera e mutiladora de corpos e almas que o ano transacto. Cabe-nos a nós o factor segurança mas nem sempre todos os cuidados são os suficientes. O perigo espreita a cada esquina.
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| Heróis de Lourosa que ainda recuperam. |
Que gente é esta que corre para apagar os incêndios sabendo que a sua vida vale pouco mais do que carne para canhão?
Vida-por-vida, algo inexplicável mesmo, uma motivação surreal que faz esquecer tudo isto, menos as mazelas que ficam para a vida, que condicionam a mobilidade, a psicologia e os nossos comportamentos.
Eventos traumáticos como classificam os técnicos, para classificar aquele que guardará para sempre na sua memória as marcas físicas e psicológicas dos incêndios que apagamos.
Que recuperem depressa!
Vida-por-vida, algo inexplicável mesmo, uma motivação surreal que faz esquecer tudo isto, menos as mazelas que ficam para a vida, que condicionam a mobilidade, a psicologia e os nossos comportamentos.
Eventos traumáticos como classificam os técnicos, para classificar aquele que guardará para sempre na sua memória as marcas físicas e psicológicas dos incêndios que apagamos.
Que recuperem depressa!
ricardo@bps.com.pt
23 de janeiro de 2013
Comunicado APBV - Rectificações ao RNBP
Decorreu na passada segunda-feira, em Carnaxide, uma reunião de trabalho entre a APBV, representada pelo seu Presidente e acompanhado do Vice-Presidente Eng. António Calinas e o Sr. Presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Major-General Manuel Couto e a Sr.ª Directora Nacional de Bombeiros, Engª. Susana Silva.
Como já foi anteriormente referido, esta reunião foi solicitada pelo Presidente da APBV, devido ao elevado número de queixas apresentadas pelos Associados e referentes ao Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses (RNBP).
Destas anomalias, que contrariam e violam os objectivos para que o RNBP foi criado, salientamos o não lançamento ou registo de instrução, de formação externa aos Corpos de Bombeiros, omissão de serviço operacional, avaliação de desempenho e justificação de faltas ou outros pedidos efectuados na plataforma. Ou ainda mais grave, a não disponibilização das senhas de acesso aos Bombeiros.
Como estas omissões e falta de actualização no RNBP se traduzem num claro prejuízo para os bombeiros voluntários, motivado pela passagem ao Quadro de Reserva e consequente perda das regalias e incentivos como a perda de isenção de taxas moderadoras, bonificação do tempo para efeitos de reforma e comparticipação nas propinas do Bombeiro e/ou filhos, este assunto foi tratado com a atenção e urgência necessária, em sede própria.
Todos os assuntos foram amplamente debatidos e esclarecidos e no final da reunião ficou o compromisso de a APBV analisar e encaminhar à ANPC as queixas recebidas dos seus Associados em particular e Bombeiros Voluntários em geral, tendo a ANPC, através do seu Presidente e Directora Nacional de Bombeiros, assumido receber, analisar e emitir parecer sobre os processos que por nós sejam encaminhados.
Assim, até 31 de Janeiro de 2013 (data em que a maior parte dos Bombeiros terminam o seu ciclo), devem todos os Bombeiros Voluntários cujo RNBP não esteja correctamente preenchido ou que não tenham as senhas de acesso, contactar a Direcção da APBV no sentido da sua rápida correção.
Rui Silva
Para pedir informação / senha de acesso ao RNBP deverá contactar a APBV via e-mail: direccao@apbv.pt
22 de janeiro de 2013
21 de janeiro de 2013
11 de janeiro de 2013
FireFighter Drones

Um caso muito comum é o trabalho de reconhecimento efectuado pelos Bombeiros em Incêndios ou em situações de catástrofe naturais ou humanas. O primeiro passo para o socorro é o reconhecimento da ocorrência, de modo a ser possível ajustar os meios e estratégias de combate e socorro e por vezes um mau reconhecimento resulta em elementos feridos ou num combate ineficaz.
Num futuro próximo ainda é impensável usar Drones no combate directo a incêndios uma vez que existem demasiadas variáveis a ter em conta no combate a um incêndio para que os Drones possam avaliar todas as condições e efectuar o combate.
Mas quem sabe no futuro, longínquo penso eu, os Drones possam ocupar o lugar dos meios aéreos de combate a incêndios e ajudar e complementar o combate a incêndios.
O que pensam vocês de serem ajudados por meios aéreos não tripulados?
Fonte:
10 de janeiro de 2013
7 de janeiro de 2013
Cruz Branca Inaugurou Quartel Que Melhora Condições dos Bombeiros
Virou-se este domingo mais uma página no livro da história dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca de Vila Real. Sopraram-se as velas dos 116 anos de vida e cortou-se a fita do novo quartel, mesmo ao lado do nó de saída norte do IP4.
"Uma viragem de 180 graus na comodidade dos bombeiros mas também na componente operacional", sublinha o comandante da corporação, Álvaro Ribeiro. Destaca a nova parada que possibilita "trabalhar a formação sem precisar de sair das portas do quartel", bem como a torre de treinos, que resultou da adaptação de um poste de muito alta tensão, cedido pela REN.
A construção do novo edifício resultou de uma candidatura ao QREN no valor de 1,25 milhões de euros, comparticipada em 85%. Um investimento que não reflete as horas de trabalho dadas pelo pessoal da casa, funcionários da Câmara Municipal de Vila Real e amigos da corporação. Se fossem contabilizadas "o custo total da obra teria sido bem maior", nota Álvaro Ribeiro.
Como quartel construído em época de austeridade, a estrutura foi pensada para o que é essencial, a operacionalidade, tendo mesmo prescindido de um salão nobre. Para esse efeito fica reservado o velho quartel, no centro da cidade, que possui um auditório com capacidade para mais de 200 pessoas.
No que não se poupou foi no conforto dos cerca de 120 bombeiros, entre os quais as mulheres. Que o digam Susana e Márcia que se mostram muito "contentes" que a mudança que estão a experimentar. Elas e as outras 23 do corpo feminino. As duas novas camaratas têm capacidade para 10 bombeiras, enquanto na única anterior só podiam pernoitar seis.
O velho quartel era "um espaço muito apertado" e obrigava as bombeiras a "passar pela cozinha para ir para as camaratas, que eram muito frias e só tinham uma casa de banho", salienta, ao JN, Susana Pereira, enfermeira de 32 anos, bombeira há mais de 10 e a única já com galões de oficial.
Era a falta de alguma privacidade que mais constrangia a psicóloga Márcia Pereira, 25 anos, que ostenta as divisas de bombeira de terceira classe. "Tendo em conta que o número de mulheres a ingressar nos bombeiros foi aumentando bem precisávamos de umas camaratas próprias, num lugar mais reservado", nota.
Para além de bombeira apta para qualquer situação, Márcia integra as equipas de apoio psicossocial criadas pela Autoridade Nacional de Proteção Civil para ajudar bombeiros e respetivos familiares em situações críticas. Não tarda nada, Susana será também formadora na área do socorro, na qual desenvolve o seu trabalho ajudando o INEM.
Agora que há melhores condições de conforto no quartel, ambas esperam que o corpo de voluntárias possa aumentar. "Afinal, nós, as mulheres, conseguimos ser tão boas bombeiras como os homens", sorri Susana.
Depois da bênção das instalações pelo Bispo de Vila Real, do corte da fita e dos longos discursos da praxe, a manhã de festa terminou com demostrações de exercícios na torre de treinos, uma largada de pombos e com um almoço volante na parada.
Fonte: JN
3 de janeiro de 2013
Opinião: Às Primeiras Horas de 2013 Milhares de Bombeiros Passaram Para o Quadro de Reserva
Ás primeiras horas de 2013, milhares de bombeiros em regime voluntário passaram automaticamente para o quadro de reserva.
Assim determina a portaria do 571 de 3 Julho 2008 do MAI, no artigo 4º 1- Para efeitos de permanência na situação de actividade no quadro, bem como para obtenção dos direitos, benefícios e regalias previstos no regime jurídico dos bombeiros portugueses, é obrigatória a prestação anual do tempo mínimo de duzentas e setenta e cinco horas de serviço operacional, sendo, no mínimo, cento e quarenta horas de socorro, simulacro ou piquete e setenta horas de formação e instrução.
Assim durante o ano de 2012 competia aos senhores comandantes dos corpo de bombeiros assegurar o registo tempestivo do serviço operacional no Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses, bem como a sua inclusão no processo individual de bombeiros.
A introdução de dados fictícios no sistema RNBP é considerada crime.
Os bombeiros que não cumprirem os requisitos mínimos de serviço operacional nem de formação passam automaticamente para o quadro de reserva, quadro que não permite aos bombeiros fazerem qualquer serviço operacional.
Se a portaria é justa?
Os bombeiros não se pronunciaram contra, nem tomaram qualquer medida para alterar algum item da portaria, assim a portaria é justa para a grande maioria dos bombeiros que não a cumprem, mas é injusta, principalmente para aqueles bombeiros que tiveram três vezes ou mais horas de serviço operacionais e não atingiram o número mínimo de horas de formação anual, porque não tiveram capacidade de dar mais tempo do seu tempo de lazer por excesso de tempo operacional para formação ou a formação não foi disponibilizada pelos seus comandantes.
Assim somente falta saber quantos bombeiros existem afinal em Portugal que cumprem.
Fénix
2 de janeiro de 2013
TIMAP: Um Mapa Que Pode Salvar Vidas
As medidas de auto protecção que os bombeiros consultam numa situação de emergência, estão em dossiers de 200 páginas, muitas vezes em locais pouco acessíveis.
O TIMAP vem resolver este problema transportando esta informação para uma plataforma web que pode ser consultada a qualquer hora e em qualquer lugar.
Elisabete Cordeiro
36 Anos
Projecto TIMAP
Fonte:
1 de janeiro de 2013
Acidente Rodoviário - Quintã de Jales - 01 de Janeiro de 2013
Pouco passava das 6:00h da madrugada quando foi recebido o alerta de um acidente rodoviário com 3 vítimas, uma delas encarceradas.
À chegada ao local depara-mo-nos com um despiste em que umas das vítimas se encontrava efectivamente encarcerada, obrigando aos procedimentos de extracção por desencarceramento.
No local estiveram a ABSC 02 e o VSAE 01 de Vila Pouca de Aguiar, Ambulância INEM da Cruz Verde de Vila Real assim como a equipa médica VMER.
26 de dezembro de 2012
Bombeiros da Cruz Branca, em Vila Real, Inauguram Quartel de 1,25 ME
Os bombeiros da Cruz Branca de Vila Real inauguram a 06 de janeiro o novo quartel, uma reivindicação antiga da corporação que resultou de uma candidatura ao QREN de 1,25 milhões de euros, disse hoje o comandante.
Localizado no cento da cidade, o antigo quartel possuía "fortes limitações" em termos de espaço para acolher os voluntários, viaturas e para o treino e instrução da corporação.
O comandante da Cruz Branca, Álvaro Ribeiro, referiu que as novas instalações, que começam a ser ocupadas na quinta-feira, representam uma "aspiração antiga".
Fonte: expresso
22 de dezembro de 2012
Força Especial de Bombeiros Recebe VETA
A Força Especial de Bombeiros passou recentemente a dispor de um novo veículo. Trata-se de um veículo com equipamento técnico de apoio (VETA) especificamente concebido para se ajustar às exigências e necessidades de diferentes cenários operacionais em função do tipo de missões a executar.
Possui, entre outras, valências de salvamento e desencarceramento em locais de difícil acesso, assim como equipamento para desobstrução de vias e criação de acessibilidades. Está previsto que no início do próximo Verão reforce a capacidade para apoio a operações de ataque ampliado no âmbito do combate a incêndios florestais.
A viatura foi entregue ao grupo territorial da Guarda, estando, de momento, configurada para intervir no âmbito do resgate em montanha. Tem um peso bruto de 5300 quilos, tração 4X4, e 6 lugares para ocupantes.
Fonte: Facebook da ANPC
20 de dezembro de 2012
Londes Avalia a Possibilidade de Alertar Bombeiros Via Twitter

Com esta solução Londres pretende oferecer mais uma ferramenta de contacto para os serviços de emergência.
Actualmente os Bombeiros de Londres já utilizam as redes sociais para recolher informações sobre as situações em eventos públicos de modo a poder definir uma melhor estratégia de intervenção.
Fonte:
18 de dezembro de 2012
“É Lamentável O Que Se Passa No Sector Dos Bombeiros”
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Ansião, António Neves Marques, afirmou ontem que “é lamentável o que se passa neste sector”. Ao intervir na sessão solene comemorativa dos 55 anos da corporação, o comandante referiu-se “farto de conversa fiada e objectivos abordados” que, em grande parte, “não dignifica a figura do bombeiro voluntário nem das instituições que os suportam”.
Como habitualmente, Neves Marques aproveita o dia de aniversário da corporação para tecer “meros desabafos”. “Continuamos a ser tratados como cidadãos de segunda, mas quando existe algum interesse somos efectivamente de primeira, mas depois rapidamente se esquecem de nós”, realçou.
No seu entender os “homens e mulheres” que integram os corpos de bombeiros “continuam a ser desprezados e a verem os seus direitos esvaziados” no entanto “as suas obrigações são cada vez mais exigentes” sendo que “quem exige não conhece minimamente as suas qualidades, a sua dedicação e pouco sabe o que é voluntariado”. “Só poderá exigir quem conhece e só poderá comandar quem tem gente para comandar”, frisou.
Fazendo referência à nova legislação, Neves Marques afirmou que “conseguiram fazer dos comandantes dos corpos de bombeiros voluntários meros funcionários administrativos de mão-de-obra gratuita”, sobretudo, “capaz de fazer quase tudo, até mesmo organizar, dinamizar, motivar, disciplinar, instruir e formar o seu corpo de bombeiros” pois “caso contrário, serão penalizados e responsabilizados pelo não cumprimento das regras instituídas”.
Para aquele comandante, os bombeiros “necessitam de estar permanente apoiados em quem e por quem, efectivamente, esteja preparado e consciencializado para a problemática do socorro e da protecção civil enquanto ela assentar maioritariamente no voluntariado”.
Ainda, na sua intervenção, Neves Marques considerou que “muitas coisas vão ter de mudar sob pena de muitos corpos de bombeiros não terem gente disponível para acorrer a situações de socorro”, adiantando que “a não injecção de bombeiros de terceira classe vai condicionar, no futuro, a operacionalidade dos corpos de bombeiros”. Daí que tenha afirmando que “é urgente alterar a fórmula arranjada para o ingresso nos corpos de bombeiros”.
O discurso de Neves Marques deu o mote para os restantes oradores. Se para Mário Cerol, presidente da federação dos bombeiros do distrito de Leiria, aquele comandante “é extremamente dinâmico e competente com um trabalho meritório que tem de ser reconhecido”, Carlos Guerra, segundo comandante operacional distrital disse para que “não tenha medo de ser incómodo”. “É com um espírito crítico que conseguimos, muitas das vezes, alguma luz ao fundo do túnel”, disse.
Por sua vez, o presidente da direcção da instituição, que preside também à Câmara Municipal, aproveitou para enaltecer o investimento realizado nos últimos sete anos de liderança, e que totalizam mais de quatro milhões de euros.
Segundo Rui Rocha, as prioridades para 2013 vão ser direccionadas para algumas obras de beneficiação e aquisição de equipamentos de protecção individual.
Enaltecendo a “cabal reposta na defesa da guarda do território e das suas gentes” prestada pela corporação, o autarca fez uma alusão à “postura de grande liderança” do comandante Neves Marques.
Para além das tradicionais promoções de bombeiros, com destaque para a passagem de nove estagiários a bombeiros de terceira classe, o comando distinguiu Luís Eduardo Pimenta pela Dedicação e Mérito. Um prémio instituído há quatro anos e que pretende reconhecer a “dedicação e o esforço” do bombeiro que se destacou “dentro e fora da actividade operacional”.
Fonte: noticiasdocentro
13 de dezembro de 2012
Emergência Médica (991) via SMS nos EUA
Vivemos numa época em que os sms são enviados numa escala muito superior às chamadas telefónicas e como meio de complementar o serviço de voz os EUA vão implementar até Maio de 2014 um serviço capaz de lidar com sms referentes à emergência médica.
Segundo o site The Register as autoridades dos EUA estão a trabalhar com as 4 maiores operadoras de telecomunicações de modo a conseguir implementar este serviço até 15 de Maio de 2014.
Este serviço não tem como intenção substituir as tradicionais chamadas de voz, mas sim permitir alcançar uma maior gama de situações em que a chamada telefónica não seja possível, tal como uma situação de muito ruído ou ainda pessoas com problemas em comunicar verbalmente ou dificuldades auditivas.
Algo muito semelhante tem vindo a ser desenvolvido por investigadores da UTAD, em que o grande objectivo é a integração com os serviços de emergência Nacionais, o INEM.
12 de dezembro de 2012
Investigador Diz Que "Portugal Não Está Preparado Para Grandes Incêndios"
O investigador Domingos Xavier Viegas disse hoje, em Coimbra, que Portugal não está preparado para lidar com incêndios de comportamento extremo, como o que ocorreu no último verão no Algarve, que consumiu 25 mil hectares.
"Temos melhorado muito o sistema de Proteção Civil desde 2003, mas ainda há trabalho a fazer", referiu o professor universitário, numa palestra sobre "A gestão de grandes incêndios", organizada pelo Colégio Regional de Engenharia Florestal e pelo Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade.
Perante uma plateia constituída maioritariamente por comandantes de bombeiros, bombeiros e técnicos de proteção civil, Xavier Viegas utilizou o grande incêndio do Algarve, um dos seis maiores de que há registo em Portugal, para explicar comportamentos do fogo e falar da necessidade de experimentar novos métodos, nomeadamente ao nível do posto de comando.
Segundo o investigador, que realizou o relatório daquele incêndio para o Governo, as mudanças que podem trazer ganhos aos sistema de Proteção Civil passam pela melhoria do treino, das ferramentas que são usadas no apoio à decisão dos postos de comando e da comunicação com as autarquias e as populações.
Embora não consiga prever a ocorrência de fogos de grande dimensão, o professor Xavier Viegas frisou que, desde 2003, se têm registado incêndios "muito grandes" com áreas superiores a 10 mil hectares, "que não se verificavam no passado".
"Isso não acontece só em Portugal, mas em outros países do Mundo, e uma das causas pode ser o aquecimento global que estamos a observar há umas dezenas de anos, que está a ser acompanhado de períodos de seca mais prolongados", disse.
O docente, que leciona na Universidade de Coimbra, considera que a abertura de uma rede de faixas primárias de contenção em volta das localidades é uma forma "prioritária" de prevenir, ajudar ao combate incêndios e minorar os prejuízos das populações.
Xavier Viegas recordou que, no caso do grande incêndio do Algarve, a área ardida estava referenciada desde há vários anos como uma zona onde era necessário abrir 256 quilómetros de faixas de proteção, mas que lamentavelmente apenas 50 quilómetros tinham sido concluídos.
O investigador de Coimbra lamentou ainda que fundos comunitários que poderiam ser utilizados na prevenção não sejam gastos por Portugal e tenham de ser devolvidos à União Europeia.
"Dou o exemplo dos 10 milhões de euros que em 2006/2007 não se encontraram para fazer as faixas na zona ardida no Algarve, e seguramente que deve ter existido o dinheiro neste período de tempo, mas agora apareceram de repente sete milhões de euros para recuperar a área depois de queimada", sublinhou.
Fonte: ionline
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