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10 de março de 2013
6 de março de 2013
1 de março de 2013
Governo Anuncia Investimentos de 7 Milhões Para os Bombeiros
A Iniciativa visa reforçar a capacidade operacional e melhorar as condições de proteção destes profissionais.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou esta sexta-feira investimentos de cerca de sete milhões de euros que visam reforçar a capacidade operacional e melhorar as condições de proteção dos bombeiros.
No dia da Proteção Civil, que se assinalou numa cerimónia na sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), Miguel Macedo anunciou novos equipamentos para os bombeiros, rádios SIRESP para as corporações e o início da elaboração das cartas de risco.
Nesse sentido, o ministro afirmou que foi lançado um aviso para aquisição de equipamento individual para os bombeiros no valor de cinco milhões de euros, considerando tratar-se de «uma medida importante para a proteção individual» destes profissionais.
O governante anunciou também que vão ser entregues mais seis rádios SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) a cada uma das corporações de bombeiros, significando um investimento de 1,3 milhões de euros.
Para o ministro, os rádios SIRESP são essenciais para as corporações dos bombeiros do ponto de vista da sua operacionalidade.
Miguel Macedo disse ainda que foram abertas candidaturas para elaboração de cartas de risco, com uma comparticipação que vai ascendeu a 1,2 milhões de euros.
Explicou que atualmente há cartas de planeamento de emergência ao nível municipal, sendo importante passar para uma escala multimunicipal.
Este é um trabalho muito importante do ponto de vista do planeamento na área da proteção civil com o envolvimento das autarquias que são parceiros absolutamente essenciais¿, sustentou.
Na cerimónia foram homenageados os quatro bombeiros e um elemento do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR que morreram no combate aos incêndios florestais no verão de 2012.
Fonte: TVI24
28 de fevereiro de 2013
Bombeiro 2.0. Primeiro Fato Português Chega ao Mercado
Vai receber certificação em Setembro e deverá custar à volta de 700 euros. Próxima versão vai incluir sensores de calor e monóxido.
Onze meses e milhares de euros depois, está pronto para ser lançado o primeiro fato de protecção para bombeiros 100% português. Chama-se PT 2.0 e é um dos mais avançados do mercado, com design específico para os bombeiros portugueses e composição têxtil resultante da investigação em laboratório. Tudo para garantir resistência ao fogo, calor, vapor de água, químicos e uso intensivo no combate a incêndios. Neste momento, os fatos usados pelos bombeiros portugueses são importados ou somente montados em Portugal.
"É nestes produtos de alta tecnologia que o sector têxtil português pode competir, não nos produtos básicos", salientava ontem Hélder Rosendo, subdirector-geral do CITEVE, durante a apresentação oficial do fato na fábrica da Unilever Jerónimo Martins (o projecto teve apoio financeiro da empresa). Segundo o responsável, o preço do PT 2.0. deverá rondar os 750 a 800 euros - consideravelmente mais que os fatos regulares que as corporações de bombeiros usam. Porquê? O novo produto é um mix entre os fatos para incêndios urbanos (que custam de 500 a 600 euros) e fatos para incêndios florestais (150 a 200 euros). Mesmo em tempo de restrições orçamentais, o consórcio acredita que o PT 2.0. vai ser alvo de elevada procura, dada a qualidade do produto, algo com que concorda a Liga dos Bombeiros Portugueses, representada no evento por um dos membros do conselho-executivo, José Ferreira. A Liga comprometeu-se a promover o PT 2.0. junto das corporações e aplaudiu o esforço feito pelas várias empresas do consórcio.
O fato vai ser comercializado pela empresa Actijob, mas é fruto da colaboração entre várias empresas e entidades nacionais - um consórcio que envolve o CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil do Vestuário), o CENTI (Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes), e as empresas têxteis A. Sampaio & Filhos, António de Almeida & Filhos e Lemar.
O fato foi concebido com base nos pedidos feitos pelos bombeiros de várias corporações através de inquéritos exaustivos. Condições como conforto, facilidade no momento de vestir e despir, visibilidade no meio do fumo, isolamento térmico e impermeabilidade foram algumas das mais importantes apontadas. Além disso, existem requisitos legais importantes que o PT 2.0. tinha de seguir para conseguir a homologação europeia: retardante de chama, protecção contra químicos líquidos, resistência aos rasgões e à abrasão, material retro-reflector, etc. A investigação no tipo de fibras levou à utilização de aramida e meta-aramida, o topo de gama mundial.
O CITEVE também testou a integração de sensores de temperatura e de monóxido de carbono, que disparam alertas quando é ultrapassado o limite. Estes sistemas farão parte do PT 2.1, que entretanto está a ser alvo de reajustes de acordo com o feedback dos bombeiros. Esta nova versão conseguiu ser aprovada para financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), mas ainda deverá levar mais um a dois anos a chegar ao mercado.
Fonte: IOnline
27 de fevereiro de 2013
Engenheiros Espanhóis Criam Um Drone Para Apagar Incêndios Florestais de Noite

A empresa Nitrofirex criou um avião não tripulado que podía ajudar a extinguir incêndios forestais durante a noite, quando as condições meteorológicas são mais favoráveis. Este projecto, entre outros, será apresentado no Salão Internacional de Tecnologías de Segurança e Defesa, Homesec.
Os responsáveis deste projecto explicam que "está projectado a extinguir incêndios forestais desde o ar durante a noite, eliminando os riscos para as tripulações e aumentando a precisão e concentração das descargas, além de aumentar a quantidade de água lançada tanto por hora de operação como por hora de voo".
O presidente da Nitrofirex, Luis Bordallo, assinalou que "uma das melhores formas de mitigar estes desastres naturais é criar tecnologia que actúe de noite, quando o trabalho de extinção melhora, já que nesta altura diminui a temperatura, o vento e as turbulências".
Por isso, há outras empresas --como Peli Products-- que também trabalham em soluções avançadas de iluminação para trabalhar em condições extremas e que ajudam a iluminar zonas remotas. "Os incêndios não se apagam só desde o ar, pois há muitas pessoas que, por vontade própria ou por trabalho, ajudam nas tarefas de extinção por terra e que devem proteger-se de possíveis perigos", referem.
Fonte: antena3.com
23 de fevereiro de 2013
Novo Delegado do Núcleo da JuveBombeiro de Vila Pouca de Aguiar
Foi ontem eleito o novo delegado do núcleo da Juvembombeiro de Vila Pouca de Aguiar.
André Manuel Magalhães Borges está agora encarregue de coordenar e dinamizar o núcleo da Juvembombeiro de Vila Pouca de Aguiar.
Votos de um excelente trabalho ao novo delegado!
21 de fevereiro de 2013
Miguel Macedo Só Pode Multar SIRESP no Próximo Ano
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, só pode aplicar a multa que anunciou para o SIRESP - Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal no início do próximo ano.
Depois do temporal de 19 de janeiro, Miguel Macedo avisou que pretendia multar o SIRESP por quebra contratual, tendo em conta que a rede de comunicações usada por INEM, polícias e bombeiros falhou, afetando o socorro às populações vítimas do mau tempo e aos doentes urgentes.
A Antena 1 apurou agora que o contrato assinado entre o Estado e a rede SIRESP trocou as voltas ao ministro da Administração Interna, porque refere que as multas só podem ser aplicadas em janeiro do ano seguinte, portanto em 2014. As falhas de energia também não podem ser imputadas ao SIRESP, o que significa que, em última instância, a rede pode multar a EDP.
Fonte: RTP
18 de fevereiro de 2013
VTTU - 01 Recuperado
Antes:
O velhinho VTTU - 01 foi agora recuperado, encontrando-se em boas condições mecânicas quer de aparência.
Compare as Fotos...




Agora:
O velhinho VTTU - 01 foi agora recuperado, encontrando-se em boas condições mecânicas quer de aparência.
Compare as Fotos...
15 de fevereiro de 2013
Vila Real Investe 7,5 Milhões em Bombeiros e Protecção Civil
O distrito de Vila Real tem em curso um investimento de 7,5 milhões de euros na construção ou remodelação de quartéis de bombeiros, aquisição de viaturas combate a incêndio ou equipamento para a neve.
Segundo dados do Programa Operacional de Valorização do Território (POVT), foram aprovadas 17 candidaturas no distrito, com um investimento total de 7,5 milhões de euros, comparticipados pelos fundos comunitários em 6,4 milhões de euros.
No âmbito dessas candidaturas, é inaugurado no domingo o novo quartel dos bombeiros de Favaios, concelho de Alijó, que custou cerca de 900 mil euros.
Na festa de inauguração está já confirmada a presença do secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo d’Ávila.
“Nós vivíamos em 80 metros quadrados e era impossível continuar a viver lá”, afirmou à agência Lusa Joaquim Barros, presidente da direcção dos Bombeiros de Favaios.
No velho edifício, os espaços são exíguos, as camaratas não possuem condições e só havia espaço para aparcar duas das nove viaturas da corporação.
Joaquim Barros referiu ainda que o quartel antigo vai ser vendido por 60 mil euros e que a verba resultante do negócio servirá para ajudar a pagar o investimento no novo edifício.
Esta obra contou ainda com um apoio financeiro da Câmara de Alijó e da Adega de Favaios.
Porque não é altura para gastos desnecessários, Joaquim Barros referiu que o novo quartel “é 100% operacional” e “sem luxos”.
Depois de concluído este sonho antigo, o responsável salientou que a grande preocupação da corporação se volta agora para a “falta de voluntários”, referindo que pelo menos 10 tiveram que emigrar nos últimos anos.
Em 2012, no distrito, foram inauguradas as obras de requalificação dos edifícios dos bombeiros de Peso da Régua e da Cruz Verde, no concelho de Vila Real.
Em Janeiro, foi a vez da corporação da Cruz Branca, também em Vila Real, inaugurar o novo quartel que resultou de uma candidatura no valor de 1,25 milhões de euros, comparticipada em 85%.
Na semana passada, foram os bombeiros da Salvação Pública de Chaves que se mudaram para a nova casa.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.com
9 de fevereiro de 2013
Acidente Rodoviário - Estrada Municipal 555
Cerca das 22:00h foi dado o alerta para um acidente rodoviário na estrada municipal 555 junto à barragem da Falperra.
Após as equipas de socorro chegarem ao local verificou-se a existência de um despiste de um veículo ligeiro de passageiros que acabou por embater contra uma árvore imobilizando-se uns metros depois.
Do acidente resultou um ferido do sexo masculino. No local estiveram presentes a ABSC 03, VSAE 01, VLCI 05 dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar e VMER com respectivas tripulações.
4 de fevereiro de 2013
Meios Informáticos do INEM Atrasam Socorro
| Foto: Cláudia Lima da Costa \ TVI |
Os meios
informáticos do INEM estão a atrasar o socorro de doentes urgentes. A
TVI teve acesso a ordens escritas das médicas responsáveis pelas
centrais 112. Os documentos falam de «atrasos inexplicáveis» e mesmo do
risco de vítimas ficarem por atender e morrerem.
Por causa das dúvidas sobre o software, é preciso confirmar sempre por telefone os procedimentos, o que atrasa o socorro.
Ambulâncias,
carros médicos e helicópteros de emergência médica comunicam com as
centrais 112 do INEM através de computador. O equipamento, chamado
Mobile Clinic, devia permitir a transmissão rápida dos sintomas de risco
dos doentes e indicar aos meios de emergência a rota mais rápida para
chegar a ele, como um bom GPS. Mas está a acontecer o contrário. Os
computadores bloqueiam, demoram tempo a reiniciar e, pior ainda: muitas
vezes nem sequer recebem os alertas da central 112, induzindo em erro os
operadores telefónicos emergência, que julgam ter activado ambulâncias
que, afinal, não chegam a receber qualquer informação.
Uma Ordem de
Serviço, emitida pela médica Regina Pimentel, directora regional do
Centro do INEM, para os coordenadores e supervisores das centrais de
emergência, em 28 de Novembro, prova a existência de graves atrasos no
socorro por falha do equipamento Mobile Clinic:
«Meus caros:
sempre que se acciona um meio pelo mobile, está escrito que deve ser
confirmada a recepção do evento. Este procedimento não está a ser feito.
Podem dizer-me que há muito trabalho, mas haverá muito mais se o evento
não chegar onde deve, a ambulância não sair para o local, a vítima
morrer, irmos todos a tribunal ou sermos postos nos disponíveis ou na
rua com um processo. Todos sabem que o Mobile não está fiável ainda, os
fluxos vieram trazer celeridade ao envio de meios e nós não temos a
certeza que o meio foi! Não estamos afazer bem o nosso trabalho. Há
atrasos no socorro inexplicáveis. Isto não é um conselho, porque esse já
o dei há muito tempo. É UMA ORDEM E É PARA CUMPRIR a nível nacional».
A directora da
Central de Doentes Urgentes de Lisboa reencaminhou de imediato a ordem
de serviço para os operadores da maior central do país. Teresa Pinto,
médica, acrescentou apenas: «Repito - é MESMO para cumprir».
O Mobile Clinic
e o GPS Navigator foram adquiridos em 2007 e nos dois primeiros anos
custou um milhão e trezentos mil euros. Mas foi colocado na prateleira
precisamente devido à falta de qualidade. No relatório e contas de 2011,
a administração do INEM explica que o equipamento foi colocado em
testes mas que não era de todo fiável, tendo sido descontinuado.
No primeiro
semestre de 2011, contudo, o INEM decidiu colocar o equipamento em todas
as suas ambulâncias, carros médicos e helicópteros de emergência. O
presidente, que não acedeu a um pedido de entrevista da TVI, garantiu
então aos deputados que não tinham razões para se preocupar:
As ordens de
serviço emitidas há dois meses pelas médicas com maior responsabilidade
no INEM coincidem com a descrição feita à TVI por dezenas de
operacionais de meios de emergência. O equipamento atrasa o socorro e
ainda é encarado como um empecilho.
O pior é que o
INEM já antes da sua instalação tinha um mau desempenho, como descrito
pelo Tribunal de Contas numa auditoria de Dezembro de 2010:
«Nas chamadas
de emergência associadas a risco imediato de vida, a capacidade de
resposta dos meios do INEM é manifestamente insuficiente, quando
comparada com os standards internacionais», lê-se.
Os juízes
explicavam que no socorro a doentes em risco de vida, com acidentes
vasculares cerebrais, ataques cardíacos, dor e doença coronária súbita,
em paragem ou com dificuldades respiratórias severas, ou com
traumatismos graves, como as vítimas de acidentes, os padrões
internacionais estabelecem em oito minutos para os meios de socorro
chegarem a eles, ora em Portugal, o INEM só consegue fazê-lo em 20 por
cento dos casos, apenas um em cada cinco doentes, contra 68 a 78 por
cento dos ingleses.
Artigo: Carlos Enes
Fonte: TVI
2 de fevereiro de 2013
Novo Coordenador Distrital da JuveBombeiro de Vila Real
Decorreu hoje nas instalações do quartel dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto a eleição do novo coordenador distrital da JuveBombeiro de Vila Real.
Depois de a anterior coordenadora, Catarina Machado, ter abandonado o cargo por questões pessoais e profissionais, foi requerida nova eleição na qual Rui Dinis foi o escolhido para ocupar o lugar.
Estiveram presentes na reunião elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar, Mondim de Basto assim como representantes da JuveBombeiro do distrito do Porto e Bragança.
29 de janeiro de 2013
Consignação e Lançamento da Primeira Pedra do Quartel dos Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar
Ocorreu no passado Sábado dia 26 de Janeiro de 2013 a cerimónia de consignação e lançamento da primeira pedra na obra de construção do novo quartel dos Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar.
Depois de um processo de projecção demorado e polémico chega ao fim de "uma novela" como disse o presidente da Câmara Municipal, Domingos Dias.
A obra está orçada em cerca de 1.5 milhões de euros e irá permitir aos elementos operacionais dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar ter condições dignas e confortáveis.
Baseado na Notícia do Jornal Expresso:
28 de janeiro de 2013
Bombeiros: Carne Para Canhão
| Imagem: TVI |
Está algum incêndio do ano passado por apagar? Alguém vê por ai alguma coluna de fumo ou alguma percentagem de eficácia que tenha faltado aos Bombeiros Portugueses?
Depois de uma visita pela página da ANPC no separador dos incêndios florestais activos vejo que não, está tudo apagado, "extinto" como se diz na linguagem operacional e já dispensados de vigilância, diria mesmo: Assunto arrumado.
Que corra a tinta nos jornais, que role cabeças, que se apure os culpados e as contas e principalmente, que se prenda os incendiários.
Que se venha dizer: "Não devemos nada às corporações de bombeiros!", num jeito altruísta e até "separatista", não no verdadeiro sentido da palavra mas numa intenção de separar as águas, criar um distanciamento de outros movimentos.
A ribalta das televisões, rádios e jornais é um dos grandes meios de mover a opinião pública em vários sentidos, há até quem acuse a imprensa de ser a causa da crise. No verão, gosto tanto de ver brilhar as estrelas do mundo do combate a incêndios tentando espelhar a alma cansada, suada e suja dos combatentes.
Como eu gosto de os ver na fotografia ao lado daqueles que sofrem na sua pele e na alma os ataques à integridade física, provocadas pelas ocorrências dos incêndios florestais.
O ano 2012, infelizmente, e à semelhança de outros anteriores, deixou marcas humanas muito pesadas e de um valor incalculável. Muitos ainda se batem pela recuperação das mazelas que o combate lhes deixou, outros, tragicamente, ainda choram a perda dos seus entes queridos, soldados da paz que já não voltam ao activo, já não voltam às suas famílias e não voltarão a sorrir de farda vestida. Nada mais há por eles a fazer a não ser lamentar, homenagear e aprender com os seus exemplos. Vê-los como heróis, como referências.
Mas e os que ainda recuperam das mazelas? Aqueles que ainda não trabalham por estarem a recuperar de lesões? Que faltam as suas obrigações de pai, de mãe, de filho ou simplesmente de membro do agregado familiar e financeiro? Aqueles a quem as dores ainda não deixaram meses depois do incêndios extintos?
Vamos fazer-nos esquecidos sobre esta rapaziada de soldados de ouro?
Alguém lá para os lados de Carnaxide se lembrou nestes últimos tempos de os procurar? Saber se era preciso alguma coisa, se estão recuperados ou se pelo menos podem ser "carne para canhão" para a próxima época de incêndios?
Já está tudo apagado? Foi embora a imprensa porque já não vende?
2013 e a época de incêndios irá começar dentro de meses, dentro dos conceitos que vimos ultimamente, mas espero sinceramente menos mortífera e mutiladora de corpos e almas que o ano transacto. Cabe-nos a nós o factor segurança mas nem sempre todos os cuidados são os suficientes. O perigo espreita a cada esquina.
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| Heróis de Lourosa que ainda recuperam. |
Que gente é esta que corre para apagar os incêndios sabendo que a sua vida vale pouco mais do que carne para canhão?
Vida-por-vida, algo inexplicável mesmo, uma motivação surreal que faz esquecer tudo isto, menos as mazelas que ficam para a vida, que condicionam a mobilidade, a psicologia e os nossos comportamentos.
Eventos traumáticos como classificam os técnicos, para classificar aquele que guardará para sempre na sua memória as marcas físicas e psicológicas dos incêndios que apagamos.
Que recuperem depressa!
Vida-por-vida, algo inexplicável mesmo, uma motivação surreal que faz esquecer tudo isto, menos as mazelas que ficam para a vida, que condicionam a mobilidade, a psicologia e os nossos comportamentos.
Eventos traumáticos como classificam os técnicos, para classificar aquele que guardará para sempre na sua memória as marcas físicas e psicológicas dos incêndios que apagamos.
Que recuperem depressa!
ricardo@bps.com.pt
23 de janeiro de 2013
Comunicado APBV - Rectificações ao RNBP
Decorreu na passada segunda-feira, em Carnaxide, uma reunião de trabalho entre a APBV, representada pelo seu Presidente e acompanhado do Vice-Presidente Eng. António Calinas e o Sr. Presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Major-General Manuel Couto e a Sr.ª Directora Nacional de Bombeiros, Engª. Susana Silva.
Como já foi anteriormente referido, esta reunião foi solicitada pelo Presidente da APBV, devido ao elevado número de queixas apresentadas pelos Associados e referentes ao Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses (RNBP).
Destas anomalias, que contrariam e violam os objectivos para que o RNBP foi criado, salientamos o não lançamento ou registo de instrução, de formação externa aos Corpos de Bombeiros, omissão de serviço operacional, avaliação de desempenho e justificação de faltas ou outros pedidos efectuados na plataforma. Ou ainda mais grave, a não disponibilização das senhas de acesso aos Bombeiros.
Como estas omissões e falta de actualização no RNBP se traduzem num claro prejuízo para os bombeiros voluntários, motivado pela passagem ao Quadro de Reserva e consequente perda das regalias e incentivos como a perda de isenção de taxas moderadoras, bonificação do tempo para efeitos de reforma e comparticipação nas propinas do Bombeiro e/ou filhos, este assunto foi tratado com a atenção e urgência necessária, em sede própria.
Todos os assuntos foram amplamente debatidos e esclarecidos e no final da reunião ficou o compromisso de a APBV analisar e encaminhar à ANPC as queixas recebidas dos seus Associados em particular e Bombeiros Voluntários em geral, tendo a ANPC, através do seu Presidente e Directora Nacional de Bombeiros, assumido receber, analisar e emitir parecer sobre os processos que por nós sejam encaminhados.
Assim, até 31 de Janeiro de 2013 (data em que a maior parte dos Bombeiros terminam o seu ciclo), devem todos os Bombeiros Voluntários cujo RNBP não esteja correctamente preenchido ou que não tenham as senhas de acesso, contactar a Direcção da APBV no sentido da sua rápida correção.
Rui Silva
Para pedir informação / senha de acesso ao RNBP deverá contactar a APBV via e-mail: direccao@apbv.pt
22 de janeiro de 2013
21 de janeiro de 2013
11 de janeiro de 2013
FireFighter Drones

Um caso muito comum é o trabalho de reconhecimento efectuado pelos Bombeiros em Incêndios ou em situações de catástrofe naturais ou humanas. O primeiro passo para o socorro é o reconhecimento da ocorrência, de modo a ser possível ajustar os meios e estratégias de combate e socorro e por vezes um mau reconhecimento resulta em elementos feridos ou num combate ineficaz.
Num futuro próximo ainda é impensável usar Drones no combate directo a incêndios uma vez que existem demasiadas variáveis a ter em conta no combate a um incêndio para que os Drones possam avaliar todas as condições e efectuar o combate.
Mas quem sabe no futuro, longínquo penso eu, os Drones possam ocupar o lugar dos meios aéreos de combate a incêndios e ajudar e complementar o combate a incêndios.
O que pensam vocês de serem ajudados por meios aéreos não tripulados?
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