Os primeiros dias de sol começaram a aparecer e com eles os primeiros incêndios florestais, como foi o caso do incêndio ocorrido na Lagoa na passada Sexta-Feira a tarde que consumiu mato e pinhal.
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21 de abril de 2013
Incêndio Florestal Lagoa - 19/04/2013
Os primeiros dias de sol começaram a aparecer e com eles os primeiros incêndios florestais, como foi o caso do incêndio ocorrido na Lagoa na passada Sexta-Feira a tarde que consumiu mato e pinhal.
18 de abril de 2013
Bombeiros Voluntários de Murça com Novo VFCI
Os Bombeiros Voluntários de Murça tem agora mais uma viatura na sua frota de veículos de combate a incêndios florestais.
Trata-se de um moderno VFCI de chassis Mercedes Atego 1326.
17 de abril de 2013
Viaturas: Uma Questão de Procura e Determinação
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| Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros |
Vivemos numa época de crise, sobre a qual é difícil paras as corporações de Bombeiros adquirir novas viaturas e materiais, mas existem várias formas de o fazer.
Apesar de se ter evoluído muito nos últimos anos, ainda não conseguimos igualar o nível material das forças de protecção civil de outros países! Países esses que renovam a sua frota de viaturas com intervalos que não excedem a dezena de anos, sendo que a maioria destes estão em bom estado de conservação.
Nos últimos anos tenho visto algumas corporações a irem comprar a outros países algumas dessas viaturas, com um custo muito inferior a uma viatura da mesma tipologia nova em território nacional. É uma questão de racionar as economias dos corpos de bombeiros, obtendo mesmo que apesar de em 2ª mão material em bom estado capaz de suprir as necessidades operacionais.
Este caso específico falo do Corpo de Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros que se deslocou a França adquirindo 3 viaturas pesadas todo-o-terreno como podemos verificar na foto acima.
Agora a questão que coloco é a seguinte: Não será mais produtivo adquirir duas ou três viaturas em 2ª mão mas em bom estado pelo mesmo preço de apenas uma viatura nova em território nacional?
10 de abril de 2013
Caminhada dos 95 Anos - Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar
Realizou-se no passado dia 7 de Abril a Caminhada dos 95 Anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar. Composta por cerca de 11 km de trilhos de dureza moderada e fácil a caminhada foi um sucesso.
O tempo apesar de frio e de alguns aguaceiros não demoveu os cerca de 160 participantes que terminaram a aventura sentados à mesa para o almoço.
Felicitações a todos os Intervenientes quer na organização, quer na participação.
27 de março de 2013
Nova Ambulância a Caminho de Boticas
Uma das necessidades dos Bombeiros de Boticas, segundo referiu Fernando Queiroga, presidente da direcção, “é uma ambulância de emergência médica” a qual, com o apoio da população, brevemente estará em Boticas. O valor deste veículo é de 50 mil euros e, para que fosse possível a sua encomenda, “está em curso um peditório pelo concelho e as pessoas têm mostrado muita empatia por esta causa”.
Segundo salientou Fernando Queiroga, “o empenho das pessoas é muito, já que têm sido desenvolvidas várias formas de angariação de fundos, cuja iniciativa é das próprias pessoas”. Neste sábado, dia 23 de Março, haverá mais outra iniciativa, um baile, que se realizará, a partir das 21h00, no quartel dos Bombeiros de Boticas.
Fonte: Actua
25 de março de 2013
Vitelo Cai em Poço e é Resgatado Pelos Bombeiros
Na tarde de sábado dia 23 de março, o Corpo de Bombeiros de Vidago foi acionado pelo CDOS de Vila Real para resgatar um vitelo que caiu dentro de um poço, localizado na localidade de Vila d...o Conde freguesia de Valoura – Vila Pouca de Aguiar. O resgate foi bem-sucedido e o animal não teve nenhum ferimento.
10 homens do Corpo de bombeiros de Vidago realizaram um resgate de um vitelo com aproximadamente 250 Kg que tinha caído num poço com cerca de oito metros de profundidade. Cintas de lona amarradas ao redor do animal e com a ajuda de uma máquina e do guincho de uma viatura foram os meios utilizados. Após uma hora de operação, o animal foi retirado do poço sem ferimentos para contentamento do seu proprietário Humberto Gomes. O poço cumpria no mínimo as regras impostas para a segurança já que se encontrava devidamente vedado.
Ver mais fotos em: www.bombeirosdevidago.pt.
21 de março de 2013
20 de março de 2013
Bombeiro Cria Dispositivo Que Protege Veículos das Chamas
Um bombeiro de Gouveia está a desenvolver um dispositivo que monitoriza a temperatura exterior dos veículos de combate a incêndios florestais e acciona um mecanismo para evitar a sua destruição quando surpreendidos pelas chamas.
O sistema ‘Fire Protection: autoprotecção e monitorização de veículos de bombeiros para o combate a incêndios florestais’ foi criado pelo bombeiro Sérgio Cipriano, estudante no Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e administrador do portal www.bombeiros.pt, em colaboração com a empresa ‘Mangualdense Bruno Pessoa’.
Ele diz que surgiu após verificar que, nos últimos dez anos, morreram em Portugal «67 bombeiros em missões de socorro, 20 dos quais em combate a incêndios florestais».
O Ministério da Administração Interna aprovou, em 2010, um despacho que prevê que os novos veículos de combate a incêndios florestais disponham de uma estrutura tubular externa com cortina de protecção accionada, em caso de emergência, do interior da viatura.
No entanto, «se ninguém carregar no botão [para que a motobomba entre em funcionamento e lance uma cortina de água], a viatura acaba por arder», comentou.
O dispositivo ‘Fire Protection’ vem, segundo este bombeiro, colmatar esta falha, permitindo proteger os homens e o veículo de forma mais eficaz.
«Com a aplicação de sensores de temperatura em redor do carro, conseguimos captar a temperatura que está exteriormente e, assim, o dispositivo, que foi aprovado em portaria, acciona automaticamente sem estar dependente da mão humana», disse Sérgio Cipriano à agência Lusa.
A tecnologia está em desenvolvimento, faltando apenas «definir qual é a temperatura ideal que se pretende monitorizar no exterior».
Em caso de acidente, o sistema também notificará a central de telecomunicações ou o comandante das operações, fornecendo as coordenadas GPS da viatura para envio imediato de meios de auxílio.
O dispositivo será ainda suportado por um software que identifica, com precisão, um veículo num mapa cartográfico, tendo possibilidade de o imobilizar em caso de roubo e de enviar alertas para a central de telecomunicações em caso de capotamento, indicou.
O sistema ‘Fire Protection’ terá um custo estimado de 1.600 euros, mas pode salvar vidas e evitar a destruição de veículos durante o combate às chamas, segundo o
«É um dispositivo que acaba por ter um valor medio», disse Sérgio Cipriano, em comparação a um veículo de combate a incêndios florestais que custa entre 100 a 200 mil euros».
Fonte: ipjornal
19 de março de 2013
Governo Aumenta Valor Do Subsídio De Combustível A Bombeiros No Combate a Incêndios
O Governo vai aumentar o valor do subsídio de combustível às corporações de bombeiros, envolvidas no combate a incêndios florestais, este ano, revelou hoje o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo d'Ávilla.
O valor da comparticipação passa de 80 cêntimos para 1,20 euros, por litro, e, como salientou o governante após reunião com comandos distritais e operacionais na Autoridade Nacional da Proteção Civil, representa "um esforço financeiro de dois milhões de euros", juntamente com a remuneração diária para elementos que integrem equipas de combate a incêndios florestais.
Este ano, a remuneração diária será de 45 euros, isentos de tributação, mais quatro euros do que no passado, foi anunciado na semana passada pelo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, após a aprovação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais 2013 (DECIF).
"A atualização do valor desta comparticipação diária não acontecia há cinco anos", referiu o secretário de Estado da Administração Interna, acrescentando que "há um conjunto de propostas" no DECIF 2013 "que vai ao encontro das questões dos bombeiros".
O combate a incêndios florestais vai custar 78,5 milhões de euros (ME), em 2013, o que reflete um aumento de quase cinco por cento em relação ao ano passado, o que corresponde a mais quatro milhões de euros.
No que se refere a verbas destinadas às corporações de bombeiros, que totalizarão 2,3 ME, em 2013, há um reforço de 11 por cento, enquanto serão despendidos 1,3 ME para a aquisição de rádios, a serem distribuídos pelas corporações de bombeiros de todo o país, que vão passar a dispor de seis aparelhos, em vez de três, como se verificou em 2012.
A constituição de dez grupos de reforço de ataque ampliado, denominados GRUATA, a utilização de máquinas de rastos, no apoio às ações de combate a incêndios florestais, e a cooperação com a Força Aérea Portuguesa, que disponibiliza o avião C-295M, são outras das alterações significativas no DECIF para 2013.
O plano consagra ainda o programa de integração de reclusos em ações de prevenção e vigilância dos incêndios florestais, na primeira de três fases do sistema de combate, e a instalação de sistema de apoio e monitorização de incêndios florestais, um projeto-piloto no Parque Natural da Peneda-Gerês, com 13 sistemas com tecnologia nacional para a deteção de fumo.
O DECIF consagra quatro fases de perigo, cujo período crítico - a fase Charlie - decorre de 01 de julho a 30 de setembro, com um total de 237 postos de vigia, 1.172 equipas, 1.976 veículos e um total de 9.337 operacionais, distribuídos por equipas de vigilância (676), de vigilância e ataque inicial (396) e de combate (1.102).
Durante as fases Bravo (15 de maio a 30 de junho), Charlie e Delta (01 a 31 de outubro), serão utilizados 45 meios aéreos, no total, juntando-se os helicópteros com brigadas e o helicóptero Allouete III e o C-295M da Força Aérea.
Fonte: http://online.jornaldamadeira.pt
14 de março de 2013
Cabras ajudam a prevenir incêndios em Vila Pouca de Aguiar
Vila Pouca de Aguiar, 12 mar (Lusa) - Um rebanho de 50 cabras está a fazer a limpeza de mato e, ao mesmo, a reduzir os riscos de incêndios florestais em Vila Pouca de Aguiar, no âmbito de um projeto-piloto de pastoreio dirigido.
O projeto "Economountain, economia da biodiversidade nas serras de Vila Pouca de Aguiar", está a ser implementado pela associação Aguiarfloresta e representa um investimento de 160 mil euros nos próximos dois anos.
A área de intervenção, nesta primeira fase, corresponde ao planalto de Jales.
"Este projeto visa testar uma nova ferramenta de gestão do mato, para ajudar a resolver o problema dos incêndios que ocorrem nesta região", afirmou hoje Duarte Marques, responsável da Aguiarfloresta, no decorrer de uma visita técnica em Alfarela de Jales.
A associação está trabalhar com um rebanho de 50 cabras, que vai pastorear uma área de 90 hectares. Os animais, através da ingestão da biomassa, reduzem o combustível para um incêndio.
O que se está a fazer é, segundo o responsável, um tipo de pastoreio mais dirigido, em que se usam os animais em locais estrategicamente identificados como sendo favoráveis à redução do número de ocorrências e também à limitação da expressão do fogo.
O pastor Francisco Carocha, o primeiro a aderir ao projeto, explicou que os animais permanecem numa área cercada durante cerca de uma semana até efetuaram a limpeza desse terreno.
"Venho aqui deixar os animais e depois venho buscá-los ao final da tarde. Antes, tinha que andar o dia todo com elas pelos montes a apanha chuva e vento", salientou.
A opção pelo gado caprino justifica-se com o facto de se tratar de animais mais robustos, que se adaptam a ambientes mais agrestes, ajustados a territórios de montanha e que consomem tipos de vegetação que a maioria dos outros animais não consome.
Associadas ao projeto estão outras técnicas de intervenção, como a limpeza de matos através das equipas de sapadores florestais ou o uso do fogo controlado.
Duarte Marques salientou que a iniciativa visa ainda apoiar e valorizar a atividade da pastorícia, muitas vezes associada ao fogo posto para a renovação de pastagens.
"Queremos contornar a imagem negativa dos pastores e mostrar que eles podem ser agentes importantes na prevenção e resolução dos problemas dos incêndios", frisou.
A associação dá apoio ao nível da comercialização dos produtos, ajuda a resolver os problemas diários relacionados com o licenciamento ou registo dos animais. "Tentamos ajudar para que eles mantenham a atividade", salientou.
Outra componente do projeto é a valorização dos produtos locais.
A ideia é incentivar os restaurantes locais a aproveitaram os recursos do território, como as castanhas, os cogumelos, os cabritos, apostando também "em novas formas e mais baratas de preparar os produtos".
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) está também estudar os impactos desta estratégia a nível da biodiversidade, se favorece ou não as espécies locais e se poderá ser alargada a outras regiões.
No âmbito do projeto, a Aguiarfloresta promove no dia 22 de março o workshop "Biodiversidade de montanha". No dia a seguir será feita uma visita técnica a Jales subordinada ao tema o "Pastoreio dirigido na gestão florestal".
PLI // JGJ
Bombeiros Passam a Receber mais Dinheiro por Combate aos Incêndios
O Ministério da Administração Interna vai aumentar o valor pago aos bombeiros no combate aos fogos, cinco anos depois. O valor de 24 horas de combate às chamas passa de 41 euros para 45 euros.
A circular financeira que estabelece o valor está em vigor de 15 de maio a 15 de Outubro.
O documento inclui outras novidades, como o facto de o governo determinar mecanismos para compensar rapidamente os bombeiros em situações de excepção, como os tornados. A nova lei orgânica de Protecção Civil também se prepara para ser aprovada.
Fonte:
A circular financeira que estabelece o valor está em vigor de 15 de maio a 15 de Outubro.
O documento inclui outras novidades, como o facto de o governo determinar mecanismos para compensar rapidamente os bombeiros em situações de excepção, como os tornados. A nova lei orgânica de Protecção Civil também se prepara para ser aprovada.
Fonte:
10 de março de 2013
6 de março de 2013
1 de março de 2013
Governo Anuncia Investimentos de 7 Milhões Para os Bombeiros
A Iniciativa visa reforçar a capacidade operacional e melhorar as condições de proteção destes profissionais.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou esta sexta-feira investimentos de cerca de sete milhões de euros que visam reforçar a capacidade operacional e melhorar as condições de proteção dos bombeiros.
No dia da Proteção Civil, que se assinalou numa cerimónia na sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), Miguel Macedo anunciou novos equipamentos para os bombeiros, rádios SIRESP para as corporações e o início da elaboração das cartas de risco.
Nesse sentido, o ministro afirmou que foi lançado um aviso para aquisição de equipamento individual para os bombeiros no valor de cinco milhões de euros, considerando tratar-se de «uma medida importante para a proteção individual» destes profissionais.
O governante anunciou também que vão ser entregues mais seis rádios SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) a cada uma das corporações de bombeiros, significando um investimento de 1,3 milhões de euros.
Para o ministro, os rádios SIRESP são essenciais para as corporações dos bombeiros do ponto de vista da sua operacionalidade.
Miguel Macedo disse ainda que foram abertas candidaturas para elaboração de cartas de risco, com uma comparticipação que vai ascendeu a 1,2 milhões de euros.
Explicou que atualmente há cartas de planeamento de emergência ao nível municipal, sendo importante passar para uma escala multimunicipal.
Este é um trabalho muito importante do ponto de vista do planeamento na área da proteção civil com o envolvimento das autarquias que são parceiros absolutamente essenciais¿, sustentou.
Na cerimónia foram homenageados os quatro bombeiros e um elemento do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR que morreram no combate aos incêndios florestais no verão de 2012.
Fonte: TVI24
28 de fevereiro de 2013
Bombeiro 2.0. Primeiro Fato Português Chega ao Mercado
Vai receber certificação em Setembro e deverá custar à volta de 700 euros. Próxima versão vai incluir sensores de calor e monóxido.
Onze meses e milhares de euros depois, está pronto para ser lançado o primeiro fato de protecção para bombeiros 100% português. Chama-se PT 2.0 e é um dos mais avançados do mercado, com design específico para os bombeiros portugueses e composição têxtil resultante da investigação em laboratório. Tudo para garantir resistência ao fogo, calor, vapor de água, químicos e uso intensivo no combate a incêndios. Neste momento, os fatos usados pelos bombeiros portugueses são importados ou somente montados em Portugal.
"É nestes produtos de alta tecnologia que o sector têxtil português pode competir, não nos produtos básicos", salientava ontem Hélder Rosendo, subdirector-geral do CITEVE, durante a apresentação oficial do fato na fábrica da Unilever Jerónimo Martins (o projecto teve apoio financeiro da empresa). Segundo o responsável, o preço do PT 2.0. deverá rondar os 750 a 800 euros - consideravelmente mais que os fatos regulares que as corporações de bombeiros usam. Porquê? O novo produto é um mix entre os fatos para incêndios urbanos (que custam de 500 a 600 euros) e fatos para incêndios florestais (150 a 200 euros). Mesmo em tempo de restrições orçamentais, o consórcio acredita que o PT 2.0. vai ser alvo de elevada procura, dada a qualidade do produto, algo com que concorda a Liga dos Bombeiros Portugueses, representada no evento por um dos membros do conselho-executivo, José Ferreira. A Liga comprometeu-se a promover o PT 2.0. junto das corporações e aplaudiu o esforço feito pelas várias empresas do consórcio.
O fato vai ser comercializado pela empresa Actijob, mas é fruto da colaboração entre várias empresas e entidades nacionais - um consórcio que envolve o CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil do Vestuário), o CENTI (Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes), e as empresas têxteis A. Sampaio & Filhos, António de Almeida & Filhos e Lemar.
O fato foi concebido com base nos pedidos feitos pelos bombeiros de várias corporações através de inquéritos exaustivos. Condições como conforto, facilidade no momento de vestir e despir, visibilidade no meio do fumo, isolamento térmico e impermeabilidade foram algumas das mais importantes apontadas. Além disso, existem requisitos legais importantes que o PT 2.0. tinha de seguir para conseguir a homologação europeia: retardante de chama, protecção contra químicos líquidos, resistência aos rasgões e à abrasão, material retro-reflector, etc. A investigação no tipo de fibras levou à utilização de aramida e meta-aramida, o topo de gama mundial.
O CITEVE também testou a integração de sensores de temperatura e de monóxido de carbono, que disparam alertas quando é ultrapassado o limite. Estes sistemas farão parte do PT 2.1, que entretanto está a ser alvo de reajustes de acordo com o feedback dos bombeiros. Esta nova versão conseguiu ser aprovada para financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), mas ainda deverá levar mais um a dois anos a chegar ao mercado.
Fonte: IOnline
27 de fevereiro de 2013
Engenheiros Espanhóis Criam Um Drone Para Apagar Incêndios Florestais de Noite

A empresa Nitrofirex criou um avião não tripulado que podía ajudar a extinguir incêndios forestais durante a noite, quando as condições meteorológicas são mais favoráveis. Este projecto, entre outros, será apresentado no Salão Internacional de Tecnologías de Segurança e Defesa, Homesec.
Os responsáveis deste projecto explicam que "está projectado a extinguir incêndios forestais desde o ar durante a noite, eliminando os riscos para as tripulações e aumentando a precisão e concentração das descargas, além de aumentar a quantidade de água lançada tanto por hora de operação como por hora de voo".
O presidente da Nitrofirex, Luis Bordallo, assinalou que "uma das melhores formas de mitigar estes desastres naturais é criar tecnologia que actúe de noite, quando o trabalho de extinção melhora, já que nesta altura diminui a temperatura, o vento e as turbulências".
Por isso, há outras empresas --como Peli Products-- que também trabalham em soluções avançadas de iluminação para trabalhar em condições extremas e que ajudam a iluminar zonas remotas. "Os incêndios não se apagam só desde o ar, pois há muitas pessoas que, por vontade própria ou por trabalho, ajudam nas tarefas de extinção por terra e que devem proteger-se de possíveis perigos", referem.
Fonte: antena3.com
23 de fevereiro de 2013
Novo Delegado do Núcleo da JuveBombeiro de Vila Pouca de Aguiar
Foi ontem eleito o novo delegado do núcleo da Juvembombeiro de Vila Pouca de Aguiar.
André Manuel Magalhães Borges está agora encarregue de coordenar e dinamizar o núcleo da Juvembombeiro de Vila Pouca de Aguiar.
Votos de um excelente trabalho ao novo delegado!
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